Gravidez e cuidados redobrados no verão

Durante toda a gravidez é importante ter cuidado especial...

Descubra se é menina ou menino

Que mãe cheia de curiosidade, mesmo que só por diversão nunca...

A influência do pai na personalidade do filho

Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais...

Porque os homens tambem engordam durante a gestação da esposa?

A mulher fica grávida e o maridão engorda...

Gestação gemelar tire suas dúvidas

O que faz diferença nas gestações gemelares é o...

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Ensaio Temático Gestante




Na semana das mães compartilho com vocês meus leitores este ensaio temático,
Luiz na barriga com 7 meses e Julia, minha companheira de todas as horas com um ano e 9 meses.

Não é facil, a tensão pela chegada de Luiz está aumentando e Julia percebe isso, cada vez ficando mais apegada a mim.

Mas tudo ah de dar certo... Familia meu "Tudo".




segunda-feira, 13 de março de 2017

A chegada do segundo filho

A preparação de um irmão é pelo menos tão complicada quanto a preparação dos pais. O primeiro passo, evidentemente é contar ao filho mais velho que a mãe está grávida. Sabemos que as crianças, desde muito cedo, começam a perceber que "algo" está acontecendo. Elas podem captar conversas sérias ou animadas entre os adultos , ver sua mãe sentindo-se mal ou tensa e preocupada, notar outras mudanças na casa - e pensam: "o que estão escondendo de mim?" - "o que vai acontecer? "
O fato de contar desde cedo a criança também dá a vocês bastante tempo para ajudá-la a se acostumar a idéia de ter um irmãozinho e trabalhar seus sentimentos. Talvez convenha esperar até que você receba os resultados dos exames, como ultra-som morfológico, ou amniocentese, ou até o fim do período de risco, se tiver uma história de abortos espontâneos - embora seu filho possa ficar mais chateado ainda se você estiver presa à cama e ele não souber por quê.
Acabado o mistério, há várias medidas que os pais podem tomar para tornar o bebê que está para chegar menos ameaçador para a criança que já mora na casa:
  • Faça todas as grandes mudanças que você planeja fazer na vida de seu primogênito no começo da gravidez, se não tiver tido oportunidade de realizá-las antes de engravidar: matriculá-la na escola - para que tenha um refúgio fora de casa quando o bebê chegar, e não sinta que está sendo expulsa de casa.
  • Ensine-o a usar o banheiro ou desmame-o da mamadeira agora, e não logo após o nascimento do bebê. 
    Acostume seu filho a passar um pouco menos de tempo sozinho com você - se você nunca o deixou com uma babá e vai precisar fazê-lo depois que o bebê chegar, comece a deixá-lo com a babá por curtos período durante o dia. 
    Se o papai até agora não esteve muito envolvido nos cuidados coma criança, comece a trazê-lo para as rotinas de alimentação, banho e hora de dormir, para que ele possa substituí-la habilidosamente quando você estiver no hospital ou ocupada com o novo bebê.
  • Dê início a atividades regulares de diversão entre o pai e o filho(café-da-manhã fora de casa no domingo, sábado à tarde no parquinho, uma história lida depois do jantar), rituais que podem continuar sendo desfrutados por bastante tempo depois que o bebê nascer.
  • Seja sincera e clara acerca das mudanças físicas pelas quais está passando. Explique que você está cansada ou nervosa porque "fazer um bebê é difícil", e não por estar doente ou cansada dele. Não use a gravidez como desculpa para não pegá-lo no colo. Se você precisar passar mais tempo deitada (a pedido médico) sugira que ele deite ao seu lado e tire uma soneca, ouça uma historinha veja TV com você.
  • Apresente seu filho ao bebê enquanto ele ainda estiver no útero. Mostre-lhe ilustrações próprias a sua idade, do desenvolvimento fetal mês a mês, explique-lhe que, a medida que for crescendo a barriga também crescerá, e que quando for suficientemente grande já estará prontinho para sair. Encoraje-o a sentir com as mãozinhas , o movimento do bebê, mas não o obrigue a isso, se não quiser.
  • Para que seu filho não se sinta um mero figurante no drama da gravidez, leve-o a uma ou duas consulta pré-natais e em especial ao ultra-som. Mas não esqueça de levar ao consultório um lanche, livro ou brinquedo predileto, para o caso de haver uma longa espera.
  • Envolva seu filho em quaisquer preparativos pelas quais ele parecer interessado: a escolha dos móveis, roupas e brinquedos - deixe-o até escolher sozinha uma ou duas coisas baratinhas mesmo que lhe pareçam estranhas. Deixe-o abrir os presentes que cheguem antes do bebê nascer.
  • Familiarize seu filho com os bebê em geral. Mostre-lhe fotos dele quando bebê, diga-lhe como era (não se esqueça de incluir algumas histórias que mostrem o quanto cresceu desde então). Se possível, leve-a a uma maternidade para olhar os recém-nascidos (ela descobrirá que não nascem tão "bonitinhos" quanto os bebê mais velhos). Explique que os bebês não fazem quase anda além de chorar, dormir e mamar, e que por algum tempo não conseguem ser bons companheiros de brincadeiras.
  • Evite dizer coisas como: "Não se preocupe, nós vamos continuar a gostar de você, mesmo com a chegada do novo bebê" - por mais bem intencionadas que seja, tais afirmações podem causar preocupações em seu filho, pode sentir-se incapaz de competir com o bebê.
  • Se você pretende dar o berço dele ao bebê, faça vários meses antes da data prevista para o nascimento. Se o mais velho ainda não tiver condições de dormir em uma cama, compre uma caminha provisória, aquela com grades nas laterais. Ajude-o com a decoração do quarto, e enfatize que está mudando de cama ou quarto porque está crescendo e não porque o bebê está a caminho.
  • Apresente ao seu filho os nomes que você está pensando em dar ao bebê, envolvendo-o nesse processo de escolha. Lembrando, é claro, que a escolha final é sua.
  • À medida que a data de parto estiver se aproximando (e só agora) prepare seu filho para o fato de você precisar passar algum tempo no hospital quando o bebê chegar. Faça-o ajudá-la a arrumar as malas e estimule-o a incluir alguma coisa dele para que você leve consigo. Certifique-se que a pessoa que ficará com ele está completamente familiarizada com sua rotina. 
Estou seguindo todos estes passos, claro com algumas adaptações porque Juju só tem um ano e meio. 
Espero que de tudo certo. Torçam por nós!!!


quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Preciso mesmo levar o bebê a um Odontopediatra???

Quinze dias atrás estava jantando com minha cunhada e surgiu o assunto dentista, ela me perguntou se eu já havia levado a Juju ao Odontopediatra. Oi!!! Como assim? Juju só tem 4 dentinhos, não é cedo de mais? Babi me explicou que não. Falou sobre a ótima experiencia que está tendo com seu filho João que não perde uma consulta. Aplica flúor, aprende a escovar os dentinhos etc etc. Fiquei empolgada e já marquei a consulta de Juju, será na próxima semana. Depois conto como foi. Agora vamos entender juntas a importância deste profissional. A odontopediatria é a especialidade que cuida de toda a fase desde o primeiro dentinho (que nasce geralmente por volta dos seis meses de idade) até a troca completa de todos os dentes de leite pelos dentes permanentes (por volta dos 13 ou 14 anos de idade em média) Manter os dentes de leite saudáveis garantem a saúde no futuro. Além disso, a perda precoce do dente de leite compromete severamente o crescimento e desenvolvimento de toda estrutura dos ossos e dos dentes permanentes, podendo gerar graves problemas no futuro.

Devemos levar as crianças ao consultório a partir do sexto mês de vida, ou até mesmo antes, para que os pais possam receber toda a orientação necessária para o desenvolvimento correto da arcada dental, risco de doenças dentais e um programa preventivo estabelecido. O aconselhamento e o acompanhamento do bebê estão indicados o mais cedo possível na vida de uma criança.

A importância deste primeiro contato não se resume somente aos cuidados preventivos e a realização de um tratamento de boa qualidade, mas também confere a oportunidade de construir com a criança, através de consultas sucessivas, um relacionamento de confiança, despertando atitudes positivas, evitando dificuldades psicológicas relacionadas à odontologia, inserindo bons hábitos de higiene bucal para que se torne um adulto livre da doença cárie e com o mínimo de intervenções ao longo da vida.

Marcia Rocha
Referencia: Sociedade Brasileira de Odontopediatria

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Posso, e devo dar remédio de vermes para meu bebê?

Os pequenos colocam tudo na boca, é inevitável... Juju não pode ver um chinelo que vai lamber a sola. O que fazer? E os vermes??? Será que podemos dar remédio? O assunto é polemico, alguns pediatras indicam, outros não. Uns pedem exames de fezes, outros simplesmente ministram o medicamento. E ai??? 
Os parasitas, ou vermes, como são popularmente conhecidos, são organismos que vivem principalmente nos intestinos de crianças e adultos e só sobrevivem às custas do que nosso corpo pode oferecer a eles, ocasionando prejuízo na saúde das crianças.
Crianças de até seis meses de idade são menos susceptíveis de adquirir uma parasitose, já que dificilmente vão ao chão. Mais difícil ainda de pegar algum parasita são as crianças que estão em aleitamento materno exclusivo, pois não vão ingerir alimentos que estejam contaminados por larvas e ovos de vermes.
Como todos sabem, crianças adoram botar tudo que vêem pela frente na boca, daí tornam-se mais propensas a adquirir verminoses, pois se sujam em parquinhos, em tanques de areia, ficam mais à mostra para levarem picadas de mosquito e podem ingerir alimentos contaminados. Todas essas atividades facilitam a aquisição de algum parasita.

A lombriga é o parasita mais comum nas crianças e chega a medir 40cm de comprimento, alojando-se no intestino. Alimenta-se de nutrientes que rouba da criança podendo provocar retardo no crescimento da criança, alterações de comportamento, obstrução intestinal, deixando a barriga da criança inchada. A contaminação se dá pela ingestão dos ovos.
Mas que mal traz esses bichinhos indesejáveis? - A criança pode ter cólicas, náuseas, diarréia ou prisão de ventre, alterações no apetite, fraqueza, perda de peso e falta de disposição. A lombriga entra no organismo da criança pela ingestão de alimentos contaminados ou a colocação na boca das mãos sujas e contaminadas pelos ovos da lombriga.

Outra doença conhecida como amarelão também é causado por um parasita. O verme suga o sangue do intestino da criança causando perda de ferro, vitaminas e proteínas, deixando a criança anêmica. Podem ocorrer complicações cardíacas, pulmonares e comprometer o desenvolvimento da criança. As larvas desse verme entram em contato com a criança pela pele, principalmente pelos pés descalços. Pele amarelada, cansaço e fraqueza são alguns sintomas que aparecem em crianças com amarelão.

Outro tipo comum de parasita é o oxiurus, que mede apenas 1cm e se aloja nos intestinos, alimentando-se dos nutrientes que a criança ingere. É visível a olho nu nas fezes das crianças. Os sintomas que aparecem são coceira na região anal já que a fêmea coloca os ovos nessa região, na vagina, corrimento, enjôos, tonturas, vômitos, cólicas e sono agitado.

Existem outras parasitoses ou parasitas como a solitária, tricuríase, giárdia, amebíase e esquistossomose. A maioria se aloja no intestino causando perda de nutrientes e, conseqüentemente, prejuízo no crescimento da criança.

Medicamentos e prevenções - Para saber qual tipo de verme está alojado no intestino e estão prejudicando a criança, o pediatra deve pedir um exame de fezes para poder medicar adequadamente.
Nem sempre esse exame é pedido, já que o exame pode dar negativo para vermes se houver somente parasitas machos ou a amostra recolhida não tiver ovos e em alguns casos o médico, pelos sintomas, já sabe o tipo de verme. 
Para o tratamento, o médico receitará um medicamento antiparasitário provavelmente para toda a família.

A prevenção é fácil. Lavar sempre as mãos das crianças, seus brinquedos ou qualquer outro objeto que a criança leve à boca, cortar as unhas dos pequenos sempre, lavar bem frutas e legumes, cozinhar bem os alimentos, evitar deixar as crianças andarem descalças, não beber água de lugares de origem duvidosa e cuidar bem da higiene dos animais domésticos que podem ser transmissores de parasitas.
São ações fáceis de se realizar que pode prevenir seu filho dos vermes.

Sintomas de verminose:
O quadro clínico é representado por perda de apetite ou perversões alimentares (como vontade de comer terra, por exemplo), perda de peso, anemia persistente, dores abdominais recorrentes com episódios de diarreia e prurido (coceira anal).

Mitos: 
Manchas brancas na pele, ranger de dentes (bruxismo) e vontade de comer doce não são sinais de verminose. São mitos que se popularizaram como verdadeiros.

Márcia Rocha
Referencias: Associação Brasileira de Pediatria

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Com que idade meu filho deve andar???

Os primeiros passos do bebê são muito esperados por nós pais. Quando este momento chega, no entanto, muitas dúvidas aparecem e nem sempre é fácil lidar com elas sem temer algum tipo de prejuízo ao desenvolvimento da criança. "Nessa fase, o bebê começa a sentir mais confiante e independente dos pais. Normalmente, a partir dos oito meses, a criança começa a ficar de pé sozinha, se apoiando na parede ou em móveis da casa. Com 10 meses, a maioria começa a andar sem auxílio", afirma o pediatra José Gabel, do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Segundo o especialista, algumas crianças demoram mais a para conseguir andar. Nenhum motivo para preocupação: os primeiros passos podem ser esperados até os 18 meses de vida. Depois dessa idade, caso os movimentos não aconteçam, é aconselhável procurar um pediatra para uma avaliação mais cuidadosa. 

Na fase em que a criança está deixando de engatinhar, no entanto, os pais podem ajudar com medidas que aumentam a confiança e a coordenação durante os primeiros passos. Veja o que recomendam os especialistas e tome nota das dicas para não se apressar demais.

Dispense o andador 

O acessório, por mais que pareça dar segurança ao bebê, pode prejudicar o desenvolvimento dos músculos superiores das pernas e a habilidade do bebê se equilibrar. "As rodinhas facilitam demais o deslocamento, impedindo que a criança ande de maneira correta. Os bebês que ficam no andador tendem a usar apenas as pontas dos pés para se locomover, prejudicando todo o desenvolvimento da coordenação", diz a pediatra Margarida de Fátima Carvalho, presidente do Departamento Científico de Reumatologia, da SBP. 

Ensine o seu filho a levantar 

A partir dos oito meses de vida, a maioria dos bebês já consegue ficar de pé apoiado em móveis, mesas e cadeiras, mas a musculatura e o sistema nervoso ainda precisam ser estimulados para que os passos sejam dados sem a necessidade de apoio. 

Brinquedos de empurrar

Ao contrário do andador, brinquedos como carrinhos de empurrar, chamados de tutores, deixam a criança mais segura sem prejudicar a mobilidade ou a mecânica da caminhada. Mas o pediatra José Gabel alerta para o risco de tombos usando esse tipo de brinquedo.

Deixe a criança descalça 

De acordo com a pediatra Margarida de Fátima Carvalho, o bebê precisa de estímulos táteis nos pés para desenvolver a percepção do próprio corpo nos ambientes onde pisa. Quando estão descalços, os pés recebem mais estímulos do que no uso de um tênis, por exemplo. Além disso, o uso de calçados pode ser bastante incômodo para a criança, já que até o segundo ano de vida, é comum que o bebê ainda não tenha formado a curvatura natural da planta dos pés.

Brincar com o bebê desde cedo 

O reforço dos pais deve começar desde cedo para o bebê andar. "As brincadeiras devem incentivar o bebê a se movimentar o máximo possível", afirma o pediatra José Gabel. Rolar no chão, engatinhar, apoiar as mãos na parede e brincar de jogar bolinhas são exemplos de ações que estimulam o sistema nervoso e sensorial dos bebês, já que eles tentaram imitar os pais em cada uma dessas brincadeiras.

Não tente evitar as quedas

Quando o bebê começa a ficar de pé, as quedas se tornam bastante frequentes, o que, muitas vezes, acaba assustando os pais. "É claro que os pais precisam ficar atentos, mas não é necessário tentar segurar o bebê toda a vez que ele for cair. As quedas são normais nessa época da vida do bebê e fazem parte do aprendizado", diz a pediatra Margarida de Fátima Carvalho. Além disso, tentar segurar o bebê de mau jeito pode machucar a criança mais do que a própria queda.

Deixe o bebe ir até você

Uma das maneiras mais fáceis de estimular o bebê a andar é fazê-lo se movimentar até chegar aos pais. "Ele pode começar engatinhando. Mas, aos poucos, os movimentos vão se misturando a pequenos passos. Manter brinquedos nas mãos ajuda a atrair o bebê", afirma o pediatra José Gabel. Essa brincadeira, se feita com frequência, faz o bebê tentar chegar cada vez mais rápido aos pais, incentivando ele a deixar de engatinhar.

Gente confesso que estou pecando em alguns pontos. Aii estou usando andador e deixar descalço ainda me dá medo pois cresci ouvindo minha mãe dizer que andar descalça no piso faz adoecer. Coisas de mãe que achamos besteira até termos nossos filhos. rsrsrsr.
Juju já esta com um ano e nada de andar, mas sinto que será a qualquer momento.

Beijocas mamães e futuras mamães!!!




terça-feira, 21 de junho de 2016

Você sabe o que significa APLV ? e FPIES ?



APLV  sigla que define: Alergia ao leite de vaca.

E O QUE É FPIES

As reações alérgicas às proteínas do leite de vaca podem ser dividas em: mediadas por IgE, não mediadas IgE ou mistas.









IgE Mediada
Reações Imediatas.
Aparecem de segundos até 2 horas após a ingestão do leite. São denominadas desta forma, pois o organismo produz anticorpos específicos do tipo IgE (Imunoglubulinas E) para as proteínas do leite de vaca as quais a criança é alérgica (caseína, alfa-lactoalbumina e/ou beta-lactoglobulina são as principais). São reações tipicamente mais persistentes com o passar dos anos e geralmente mais graves.
Urticária (placas vermelhas disseminadas, geralmente com coceira associada),
Angioedema (inchaço dos lábios e dos olhos);
Vômitos em jato e/ou diarreia após a ingestão do leite;
Anafilaxia
Choque anafilático
Chiado no peito e respiração difícil.

IgE não mediada
Reações Tardias.
Podem aparecer horas ou dias após a ingestão do leite. Também denominadas mediadas por células, são as reações em que o organismo não produz anticorpos IgE específicos. Nestes casos a reação é desencadeada por outras células. O grande diferencial deste tipo de reação clínica é que os sintomas são tardios, podendo aparecer horas ou dias após a ingestão do leite.OBS: Não é possível diagnosticar esse tipo de alergia a partir dos exames de sangue para determinação de IgE sérica específica (ImmunoCap®/ RAST), nem pelo teste cutâneo de hipersensibilidade imediata (TC), conhecido como “prick test” ou “prick to prick”, uma vez que estes exames identificam apenas os anticorpos IgE.Crianças com esse tipo de reação normalmente desenvolvem tolerância ao leite antes que as demais.
Vômitos tardios;
Diarreia com ou sem muco e sangue;
Sangue nas fezes
Cólicas e irritabilidade;
Intestino preso;
Baixo ganho de peso e crescimento
Inflamação do intestino
Assadura e/ou fissura perianal

Mistas
Podem surgir reações imediatas e tardias após a ingestão do leite . Algumas crianças podem apresentar os dois tipos, denominadas como manifestações mistas. Nestes casos, podem surgir sintomas imediatos e tardios à ingestão do leite.
Dermatite atópica moderada a grave (descamação e ressecamento da pele, com ou sem formação de feridas).
Asma
Refluxo
Inflamação do esôfago (esofagite eosinofílica)
Inflamação do estômago
(gastrite eosinofílica)
Diarreia, vômito e dor abdominal
Baixo ganho de peso e crescimento

O tipo reação que a criança com APLV apresenta determina os exames que deverão ser solicitados, o especialista a ser consultado e tratamento.

Reações mediadas por IgE ou Imediatas.

São denominadas desta forma, pois o organismo produz anticorpos específicos do tipo IgE (Imunoglubulinas E) para as proteínas do leite de vaca as quais a criança é alérgica (caseína, alfa-lactoalbumina e/ou beta-lactoglobulina são as principais). São reações tipicamente mais persistentes com o passar dos anos e geralmente mais graves.

Nesse tipo de reação os sintomas aparecem de segundos até 2 horas após a ingestão do leite e a criança normalmente apresenta: urticária (placas vermelhas disseminadas, geralmente com coceira associada), Angioedema (inchaço dos lábios e dos olhos);vômitos em jato e/ou diarreia após a ingestão do leite; anafilaxia, choque anafilático, chiado no peito e respiração difícil.

Como nesse tipo de reação há liberação de IgE, os testes alérgicos que medem a presença de IgE específica para os alimentos no sangue (RAST, ImmunoCap) e na pele (prick test) podem ser solicitados para auxiliar na investigação diagnóstica. Porém, os exames não concluem o diagnóstico sozinhos e precisam ser analisados junto com a história clínica e a resposta à dieta. O especialista nessa área é alergista ou alergologista.

Reações não mediadas por IgE ou tardias.

Também denominadas mediadas por células, são as reações em que o organismo não produz anticorpos IgE específicos. Nestes casos a reação é desencadeada por outras células. O grande diferencial deste tipo de reação clínica é que os sintomas são tardios, podendo aparecer horas ou dias após a ingestão do leite.

Crianças com esse tipo de reação normalmente desenvolvem tolerância ao leite antes que as demais.

Os sintomas apresentados são: vômitos tardios; diarreia com ou sem muco e sangue; sangue nas fezes, cólicas e irritabilidade; intestino preso; baixo ganho de peso e crescimento, inflamação do intestino, assadura e/ou fissura perianal.

Não é possível diagnosticar esse tipo de alergia a partir dos exames de sangue para determinação de IgE sérica específica (ImmunoCap®/ RAST), nem pelo teste cutâneo de hipersensibilidade imediata (TC), conhecido como “prick test” ou “prick to prick”, uma vez que estes exames identificam apenas os anticorpos IgE.

O diagnóstico nesse caso deve ser investigado com base na história clínica, na dieta isenta dos alimentos suspeitos seguida do teste de provocação oral.

Como os sintomas não mediados por IgE são digestivos, o especialista nesse caso é o gastropediatra.

Reações Mistas

Algumas crianças podem apresentar os dois tipos de reações, denominadas como manifestações mistas. Nestes casos, podem surgir sintomas imediatos e tardios à ingestão do leite.

Os sintomas mais comuns nesse caso são: dermatite atópica moderada a grave (descamação e ressecamento da pele, com ou sem formação de feridas), asma, refluxo, inflamação do esôfago (esofagite eosinofílica), inflamação do estômago (gastrite eosinofílica), diarréia, vômito e dor abdominal, baixo ganho de peso e crescimento.

Em casos de dermatite atópica e asma os testes alérgicos podem auxiliar no diagnóstico e o especialista é o alergista.

Porém, se a criança apresentar sintomas que envolvem o trato digestório (refluxo, diarréia, esofagite eosinofílica, etc) o ideal é consultar um gastropediatra. Nesses casos os testes alérgicos normalmente não auxiliam no diagnóstico e a investigação diagnóstica deve ser semelhante às reações não mediadas por IgE.

Ao conhecer os tipos de reações que seu filho apresenta é possível entender as condutas do seu médico e aprender a lidar melhor com os desafios do dia a dia.

Fonte: Pediatra Dr: Paulo Costa Paiva

O terror dos pequenos e dos grandes.

             O que é Otite?
Otite é uma infeção do ouvido médio. O ouvido médio é um pequeno espaço cheio de ar atrás do tímpano. As infecções de ouvido frequentes são dolorosas devido à inflamação e acúmulo de fluidos no ouvido médio.

As crianças são mais propensas do que os adultos a ter infecções de ouvido. Otite em bebês e casos graves no geral podem necessitar de medicamentos antibióticos. Complicações relacionadas à otite, como fluidos persistentes no ouvido médio, infecções persistentes ou infecções frequentes, podem causar problemas de audição e outras complicações graves.

Causas
Otites são causadas por bactérias e vírus. Um inchaço, uma infecção respiratória superior ou alergia pode bloquear as trompas de Eustáquio – dois tubos que ligam as orelhas médias à garganta. Dessa forma, o ar não consegue chegar ao ouvido médio. Isso cria vácuo e sucção, que puxa o fluido e os germes do nariz e da garganta para o ouvido médio. O tubo inchado impede este fluido seja drenado, tornando aquele ambiente perfeito para as bactérias ou vírus proliferarem, formando a otite.

Outra forma de contrair otite é pela inflamação dos adenoides, duas pequenas pastilhas de tecidos localizadas na parte de trás do nariz, que desempenham um papel na atividade do sistema imunitário. Esta função pode torná-los particularmente vulneráveis à infecção e inflamação. Como o adenoides estão perto da abertura da trompa de Eustáquio, uma inflamação ou aumento dessas estruturas pode bloquear as trompas, contribuindo assim para a otite.

Infecções bacterianas são as causas mais recorrentes de ottie. Os tipos mais comuns são o Streptococcus pneumoniae (pneumococos), Haemophilus influenzae e Moraxella catarrhalis
Infecções virais são menos comuns, mas podem causar otite. O vírus sincicial respiratório (RSV) e o vírus da gripe (influenza) são os tipos mais frequentemente encontrados.
Condições que podem estar relacionadas à otite incluem:Otite com efusão: inflamação e acúmulo de líquido (derrame) no ouvido médio sem infecção bacteriana ou viral. Isso pode ocorrer porque o acúmulo de líquido persiste após uma otite que foi tratada. Também pode ocorrer devido a alguma disfunção ou bloqueio não infeccioso das trompas de Eustáquio
Otite média crônica supurativa: uma infecção do ouvido persistente que resulta em ruptura ou perfuração do tímpano.
Fatores de risco
Alguns fatores que aumentam o risco de otite não podem ser prevenidos. Estes incluem:

Idade, sendo que crianças de até três anos estão mais suscetíveis
Doenças congênitas, como fenda palatina ou síndrome de Down
Sistema imunológico enfraquecido
Histórico familiar de otite
Alergias respiratórias
Baixa qualidade do ar
Estações do ano, sendo que o tempo mais frio aumenta o risco.
Outros fatores que aumentam o risco de infecção de ouvido incluem:

Resfriados e infecções das vias respiratórias superiores frequentes
Exposição à fumaça de cigarro
Falta de amamentação
Crianças que ficam em creches e centros de cuidados infantis, uma vez que convivem com muitas outras crianças
Uso de chupeta.
O risco de otite crônica ou recorrente pode ser maior se há:

Infecção de ouvido em uma idade precoce (antes dos seis meses)
Acúmulo persistente de fluido no ouvido
Infecções anteriores.
 sintomas

Sintomas de Otite
Os sintomas de otite muitas vezes começam dois a sete dias após o início de uma infecção respiratória. Os sintomas de uma infecção no ouvido podem incluir:

Dor de ouvido (leve a grave). Os bebês muitas vezes puxam seus ouvidos quando sente dor
Febre
Líquido espesso e amarelado ou sanguinolento saindo do ouvido. Isso significa que o tímpano provavelmente estourou (rompido)
Perda de apetite
Vômitos
Dor de cabeça
Comportamento mal-humorado
Problemas para dormir.
Os sintomas de acúmulo de líquido podem incluir:

Zumbido ou sensação de pressão no ouvido. Crianças muitas vezes têm dificuldade em descrever esse sentimento, e podem esfregar as orelhas na tentativa de aliviar a pressão
Problemas de audição. Crianças que têm problemas de audição podem parecer sonhadoras ou desatentas, mal-humoradas ou irritadas
Problemas de equilíbrio
Tonturas.
Algumas pessoas não têm nenhum sintoma.

 diagnóstico e exames
Buscando ajuda médica
Sinais e sintomas de uma infecção no ouvido podem indicar uma série de condições. É importante obter um diagnóstico preciso e tratamento imediato. Marque uma consulta médica se:

Sintomas duram mais de um dia
A dor de ouvido é grave
O bebê ou criança está insone ou irritado após uma infecção respiratória superior, resfriado e outros
É possível observar uma descarga de líquido, pus ou secreção sanguinolenta do ouvido.
Na consulta médica
Especialistas que podem diagnosticar e acompanhar otite são:

Clínico geral
Pediatra
Otorrinolaringologista.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

Quais são os sinais e quando eles começaram?
A dor de ouvido é leve, moderada ou grave?
Você já observou possíveis sinais de dor em seu bebê ou criança pequena, como puxões de orelha, dificuldade em dormir ou irritabilidade incomum?
O seu filho teve febre?
Houve algum tipo de corrimento saindo da orelha? Ele é claro, turvo ou com sangue?
Você já observou alguma deficiência auditiva?
O seu filho recentemente teve um resfriado, gripe ou outros sintomas respiratórios?
O seu filho tem alergias sazonais?
O seu filho teve uma infecção no ouvido no passado? Quando?
Seu filho é alérgico a algum medicamento, como a penicilina?
Diagnóstico de Otite
Otites geralmente são diagnosticadas através do histórico de saúde, um exame físico e um exame auditivo. O médico ou médica usa um otoscópio pneumático para olhar o tímpano, procurando por sinais de uma infecção ou acúmulo de líquido. Por exemplo, o médico pode ver se o tímpano move-se livremente quando o otoscópio pneumático empurra o ar para dentro do ouvido.

Outros testes podem incluir:

Timpanometria
Testes de audição
Timpanocentese
Exames de sangue, que são feitos se houver sinais de problemas imunológicos.
 tratamento e cuidados
Tratamento de Otite
O primeiro tratamento de uma infecção do ouvido médio se concentra em aliviar a dor. Se a condição melhora no primeiro par de dias, tratar os sintomas em casa pode ser tudo o que é necessário. Caso contrário, pode ser necessário procurar ajuda médica, que poderá indicar algum desses tratamentos:

Antibióticos

Se a infecção for bacteriana, podem ser receitados antibióticos. O uso desses medicamentos vai depender da idade do seu filho é quão grave é a infecção. Se seu filho tem implantes cocleares, o médico ou médica provavelmente irá prescrever antibióticos, uma vez que complicações graves de otite são mais comuns em crianças que têm implantes cocleares do que em crianças que não têm implantes cocleares.

Se uma criança tem infecções de ouvido de repetição (três ou mais infecções de ouvido em um período de seis meses ou quatro em um ano), você pode querer considerar o tratamento para prevenir futuras infecções.

Uma opção que tem sido muito utilizada no passado é o tratamento com antibióticos por via oral a longo prazo. Há um debate dentro da comunidade médica sobre o uso de antibióticos em uma base de longo prazo para prevenir infecções de ouvido. Muitos médicos não querem receitar antibióticos a longo prazo, porque eles não tem certeza de que eles realmente funcionam. Além disso, quando os antibióticos são utilizados, muitas vezes, as bactérias podem tornar-se resistentes aos antibióticos.

Miringotomia

Se as otites são recorrentes (três episódios em seis meses ou quatro episódios em um ano) ou é uma otite média com efusão, pode ser recomendada a drenagem de líquido do ouvido médio.

Nesses casos, o médico ou médica pode indicar a miringotomia, ou timpanotomia, que consiste em fazer um pequeno corte na membrana do tímpano, removendo o líquido do ouvido. Um pequeno tubo de plástico ou de metal é colocado na abertura, deixando o ar entrar no ouvido médio e evitando o acúmulo de líquido.

Na maioria dos casos, o tubo será removido logo após a drenagem, e o corte feito no tímpado se cura espontaneamente. Em outras situações, o tubo permanecerá por um período, em média seis meses, de forma a drenar todo o líquido e tentar evitar novas infecções. Nesse último, o tubo é expelido do ouvido naturalmente e o tímpano se fecha.

Estes procedimentos podem ser realizados sob restrição adequada da criança pequena sem sedação ou anestesia geral, podendo-se administrar anestesia local. Entretanto, mesmo em crianças menores e também nas crianças maiores, tem-se optado por sedação ou anestesia geral.

Em certos pacientes, a remoção do tecido adenoidiano poderá ser realizada juntamente com a miringotomia. Na dúvida, converse com seu médico ou médica.

Adenoidectomia

A remoção da adenoide pode ajudar algumas crianças que têm otite de repetição ou fluido atrás do tímpano. Crianças com menos de quatro geralmente não têm seus adenoides retirado a menos que tenham obstrução nasal severa.

A remoção de adenoides só é recomendada depois que a miringotomia e os antibióticos falharam. Adenoidectomia pode melhorar a remoção de ar e o escoamento de fluido nas passagens nasais. Isto pode reduzir a possibilidade de acúmulo de fluidos no ouvido médio. Quando usado junto com outros tratamentos, a remoção de adenóides pode ajudar algumas crianças que têm infecções de ouvido de repetição, mas raramente o procedimento é feito sozinho.


Controle a dor

A otite pode vir acompanhada de uma incômoda dor de ouvido. Nesse caso, você pode usar esses tratamentos:Controle a dor

Compressa quente, como uma toalha molhada, sobre a orelha afetada
Medicação para dor, conforme as instruções no rótulo. Tenha cuidado ao dar ácido acetilsalicílico para crianças ou adolescentes, uma vez que ele tem sido associado à síndrome de Reye
Descongestionantes auriculares. No entanto, não use produtos a base de benzocaína em crianças menores de dois anos de idade sem a supervisão de um profissional de saúde
Incentive o descanso. Isso vai ajudar o corpo a combater a infecção. Para crianças, é importante priorizar atividades tranquilas e lúdicas.

Cuidados com tubos ou tímpanos rompidos

Somente um médico ou médica pode dizer quando o buraco no tímpano curou e quando está tudo bem para voltar às atividades regulares. Dessa forma, questione durante a consulta sobre o tempo médio para cura total da otite e quais atividade seu filho poderá ou não fazer. Tudo dependerá da gravidade da otite e condições do paciente.

Complicações possíveis
A maioria das otites não causa complicações. Infecções frequentes ou persistentes e acúmulo de fluido persistente, no entanto, podem resultar em algumas complicações graves:

Deficiência auditiva
Atrasos no desenvolvimento infantil
A bactéria ou vírus que não responde ao tratamento pode se espalhar para os tecidos circundantes, como a saliência óssea atrás da orelha (mastoide) e outros tecidos do crânio, incluindo o cérebro. No entanto, essas infecções são bem raras
Tímpano rasgado, que frequentemente cura por si só, em algumas semanas. Em casos raros pode precisar de procedimento cirúrgico.

Prevenção
As dicas a seguir podem reduzir o risco de otite:

Previna resfriados e outras doenças
Evite o fumo passivo
Amamente o seu bebê
Se o bebê usa mamadeira, mantenha o bebê em posição vertical, uma vez que tomar mamadeira deitado pode aumentar o risco de infecção
Converse com seu médico ou médica sobre a vacinação apropriada para o seu filho
Lave as mãos frequentemente
Evite dar chupeta ao seu bebê.

Fonte: Mais vida

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Coletor menstrual, absorventes nunca mais....

Nos últimos anos, mais brasileiras se tornaram adeptas do coletor menstrual, mesmo assim o assunto ainda é um tabu para a maioria das mulheres. Inclusive, se esta for a primeira vez em que você ouve falar em coletor menstrual, saiba que ele existe desde a década de 30.

O coletor menstrual é um copinho de silicone hipoalérgico e antibacteriano, ajustável ao corpo e que coleta o sangue da menstruação. Ele é maleável, o que facilita na hora de colocar na vagina. Diferente do absorvente interno, que é inserido ao fundo do canal vaginal, o coletor fica na entrada da vagina.

No Brasil, os preços variam R$ 85 e R$ 155, mas é difícil encontrá-lo em farmácias. Porém, algumas empresas vendem pela internet. O tamanho varia. Existem marcas que oferecem até quatro tamanhos de coletor menstrual, mas a maioria vende apenas dois tamanhos: um para a mulher que já teve filhos e o outro para quem não tem. 
Se for colocado corretamente, não corre risco de o sangue vazar, a menos que a  mulher tenha um fluxo muito intenso.

Não existem contra-indicações, mas não é aconselhável para mulheres que nunca tiveram relações sexuais, pois ao colocar ou retirar o coletor, o hímen pode se romper. É imprudente também nos primeiros dias após dar à luz.

Com ele você economiza e ainda ajuda o planeta.

Durante a vida, uma mulher usa, em média, mais de 10 mil absorventes, seja ele externo ou interno. O externo leva 100 anos para se degradar na natureza, enquanto o interno leva até um ano. O coletor menstrual é ecologicamente correto. 


Por ano, a mulher gasta cerca de R$ 100 com absorvente externo. Em 10 anos, ela terá gasto R$1 mil. Então a economia é no mínimo de R$ 915.





Tira-dúvidas

Como colocar?
Basta dobrar o coletor e inseri-lo na vagina, lembrando que não precisa empurrá-lo até o fundo, igual o absorvente interno. Ao colocar ele todo, o coletor vai abrir e fazer um barulhinho, o que significa que foi colocado corretamente. 

Quanto tempo dura?
Higienizado de forma correta, de cinco a dez anos. 

Como devo higienizar o coletor menstrual?
Com água fria e sabão neutro. A cada ciclo, o ideal é limpar com água fervente. 

Devo esvaziar o coletor com qual intervalo de tempo?
Isso depende do fluxo menstrual de cada mulher. Se for intenso, a cada 6 horas. Mas pode chegar até 12 horas direto, com fluxo normal. 

Posso ter candidíase ou outras doenças por usar o coletor?
Os fungos gostam de calor e umidade, então se a mulher já tiver uma pré-disposição à doença, não fizer a higienização do coletor corretamente, for para a piscina e ficar horas com o biquíni úmido, pode correr o risco. Caso contrário, o uso do coletor não causa infecções. 

O cheiro é forte?
Como o sangue não entra em contato com algodão ou oxigênio, o odor é bem menor comparado aos outros tipos de absorventes. 

Atrapalha ao urinar?
Não.

Incomoda?
Nas primeiras vezes sim. Mas depois que a mulher consegue colocar do jeito correto é mais confortável do que os outros tipos de absorventes.

Posso praticar esportes?
Sim. Com o coletor a mulher pode malhar, nadar, correr. No caso de fluxo intenso, é aconselhável esporte com menor impacto. 

Qual o tamanho e para que serve a haste do coletor?
O tamanho é entre 7cm e 9cm. A haste serve para retirá-lo da vagina. Ela deve ser cortada até a mulher achar o tamanho ideal, para não incomodar quando estiver dentro do corpo.

Posso dormir com ele?
Sim. 

Melhor forma de higienização?
Durante o banho. 

Interfere na lubrificação vaginal ou altera o PH da vagina?
Não. O coletor menstrual não absorve nada. Ele apenas coleta o sangue, diferente dos outros tipos de absorventes. E não altera o PH vaginal.

Posso emprestar para uma amiga?
Não. É de uso pessoal e intransferível, para evitar transmissão de doenças.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Senado aprova licença-paternidade de 20 dias


Foi aprovado nesta quarta (3) no Senado, por unanimidade, o Marco Legal da Primeira Infância, que prevê uma série de políticas públicas para garantir mais direitos a pais e mães de crianças de até 6 anos, para que elas possam se desenvolver plenamente. Essas políticas afetam desde o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) até a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o Código de Processo Penal e a lei que institui a Empresa Cidadã. "O maior avanço dessa lei é que ela trata da primeira infância, estabelece diretrizes para essa faixa etária específica e por isso ela é um marco. O Estatuto da Crianças e do Aolescente, por exemplo, não faz uma distinção entre as faixas etárias", explica a coordenadora da Secretaria Executiva da Rede Nacional Primeira Infância, Maria Mostafa.

Um dos destaques é a PLC 14/2015, que amplia a licença-paternidade de cinco para 20 dias no caso de funcionários de empresas que fazem parte da Empresa Cidadã, um programa federal. "Apesar de nosso desejo maior ser que todos os homens tenham acesso a esse aumento da licença-paternidade, já foi um importantíssimo passo em direção a essa ampliação no direito das crianças, de terem seus pais próximos nesse momento tão fundamental do desenvolvimento humano", declarou a assessoria de comunicação da Rede Nacional da Primeira Infância. Essa prorrogação da licença-paternidade valerá também para funcionários que adotarem crianças.

Outro destaque é que a União fica obrigada a publicar qual é o somatório do orçamento que é destinado à primeira infância. "Há mais transparência quanto ao que está sendo investido", explica Maria. Na CLT fica garantido aos pais o direito de  tirar dois dias no ano para acompanhar a esposa/companheira grávida ao médico e um dia para acompanhar o filho de até 6 anos. E o ECA passa a garantir o direito de pelo menos um dos pais permanecer em tempo integral como acompanhante em UTIs neonatais, além de enunciar a corresponsabilidade de pais e mães no cuidado e educação dos filhos.

Fonte: Revista Crescer

Síndrome do torniquete de cabelo, um único fio pode causar um dano enorme.


O filho mais novo de Tizzie Hall, uma especialista em sono de bebês, deu um grande susto nos pais em setembro do ano passado. Ele chorava muito e a mãe verificou todos os ítens  básicos. Checou se a criança estava com fome, molhada ou suja e não encontrou nada de errado. No entanto, nada acalmava o pequeno Ciarán, na época, com três meses. Então, Tizzie decidiu despir o bebê para conferir se havia algo incomodando e verificou que havia um fio de seu cabelo enrolado em um dos dedos de seu pé.

Ao tentar tirar o cabelo que estava enroscado na criança, a mãe não obteve sucesso. O mesmo ocorreu com o marido, Nathan, e com dois paramédicos, amigos do casal.  Depois de todas as tentativas, eles decidiram levar o bebê ao hospital. Ao chegarem lá, vários médicos tentaram livrar Ciarán do fio de cabelo, mas também não conseguiram.

A possibilidade de uma cirurgia com anestesia geral chegou a ser discutida. Contudo, felizmente, um cirurgião plástico conseguiu acabar com o sofrimento dos pais e do bebê, que a essa altura já tinha a ponta do dedo azulada. Ele aplicou apenas uma anestesia local para remover o fio de cabelo. Depois, Ciarán passou a madrugada inteira em observação e terá de retornar para outras consultas de acompanhamento com o cirurgião. Tudo para que a equipe médica se certifique de que a circulação voltou totalmente ao normal no dedinho.

Tizzie compartilhou a história em sua página no Facebook com o objetivo de alertar aos pais sobre a “síndrome do torniquete de cabelo”, que pode acometer muitas crianças. O problema acontece quando um fio de cabelo se enrola em alguma parte do corpo da criança, especialmente nos pés, impedindo a circulação. Os casos mais graves podem até levar a uma amputação.

Fonte: Revista Crescer

Gravidez e a síndrome do túnel do carpo

Por que meus dedos estão formigando e doendo?

A sensação de dor e dormência na mão provavelmente é causada pela chamada síndrome do túnel do carpo. Embora o problema seja mais frequentemente associado a pessoas cujo trabalho envolve movimentos repetitivos, ele também é bastante comum entre as gestantes. 

Os sintomas podem incluir dormência nas mãos, formigamento, queimação ou dor nos dedos, mãos, punho, braço e até no ombro. 

Trata-se de um problema nos nervos, e não de circulação, como pode parecer. 

O "carpo" é a estrutura óssea do punho, entre o antebraço e a mão. O túnel do carpo é um canal que tem três lados formados por osso e um por um ligamento. Por dentro desse canal, passa um nervo importante, o nervo mediano. O inchaço e a retenção de líquidos que são comuns na gravidez podem fazer com que aumente a pressão dentro desse espaço estreito e pouco flexível, no túnel, comprimindo o nervo mediano. 

O nervo mediano é o responsável pelo tato no polegar, no indicador, no dedo médio e em metade do anular, e também comanda o movimento de um músculo na base do polegar. A pressão sobre esse nervo é a causa dos sintomas da chamada síndrome do túnel do carpo. 

Felizmente, nem todas as mulheres grávidas são afetadas pela síndrome, e ela costuma ser temporária. Em alguns casos, porém, a intensidade da condição pode ser maior, e ela persiste por vários meses. 

Embora possa ser considerada um sintoma "normal" da gravidez, a dor nas mãos incomoda demais e pode atrapalhar seu sono e seu dia-a-dia. 
Quando a síndrome do túnel do carpo aparece?

A dor e a dormência nas mãos podem surgir a qualquer momento da gravidez, mas normalmente se apresentam no começo do quinto ou do sexto mês, junto com o leve inchaço dos tornozelos e dos pés. 
O que posso fazer para aliviar a dor?

Os sintomas podem se agravar à noite. Sempre que sentir as fisgadas, mude de posição na cama -- só isso já alivia boa parte do incômodo. Tente não dormir em cima das mãos. Outro truque, que funciona para algumas pessoas, é sacudir as mãos até que a dor e a dormência diminuam. Há mulheres que dizem ter alívio colocando as mãos para o alto. 

Flexionar os dedos e as mãos várias vezes durante o dia também é positivo. Se estiver com muita dor, evite movimentos repetitivos como digitar e fazer trabalhos manuais, que podem agravar os sintomas. Manter as mãos elevadas quando sentada, por exemplo sobre o encosto do sofá, enquanto você assiste à TV, também pode ajudar. 

Caso trabalhe com computadores, ajuste a altura de sua cadeira para que os punhos não fiquem flexionados para baixo quando você digita. Teclados ergonômicos também podem ajudar. Lembre-se de fazer pausas para esticar as mãos e os dedos. Se a dor estiver interferindo nas suas atividades, converse com o médico. Você pode mudar de função ou até entrar em licença. 

Controle a quantidade de sal na sua alimentação, para tentar diminuir o inchaço. Beber bastante líquido também ajuda a evitar o inchaço e, consequentemente, a dor. 

Você pode experimentar fazer compressas de gelo ou mergulhar a mão na água gelada para ver se a situação melhora, durante uma crise. Procure manter os pulsos bem retos na hora da dor (uma tala de imobilização temporária pode ajudar, especialmente durante a noite). 
Em que situação preciso falar com o médico?

Converse com o médico se a dor e o formigamento estiverem interferindo no seu sono e na sua rotina. Não tome nenhum analgésico sem a autorização do seu obstetra. 

O uso de talas removíveis para imobilizar o pulso durante a noite ou nos períodos de repouso também pode ser benéfico. 
Quando a dor vai embora? Vou conseguir cuidar do bebê?

Os sintomas da síndrome do túnel do carpo normalmente desaparecem um pouco depois que o bebê nasce, junto com o inchaço. O sumiço da dor, no entanto, não é imediato -- você ainda ficará inchada por alguns dias após o parto. 

Se na gravidez você está com dificuldade de segurar objetos e realizar tarefas domésticas, talvez continue tendo problemas nos primeiros dez dias após o parto, mas depois disso a dor deve ir embora. 

Mas não deixe de conversar com o médico, porque depois que o bebê nascer você poderá tomar remédios para a dor que não podia tomar enquanto estava grávida, e terá algum alívio. 

Caso a dor persista por muito tempo após o parto, você pode precisar de um tratamento especial para aliviar a pressão sobre o nervo mediano, primeiro com remédios anti-inflamatórios, depois com injeções de cortisona ou, nos casos muito graves, até uma cirurgia simples, tudo dependendo da recomendação médica. 

O procedimento é feito através de uma pequena incisão na palma da mão, para que o médico possa fazer um corte no ligamento carpal transverso, uma das paredes do túnel do carpo, liberando assim o nervo. Com a incisão, o nervo mediano volta a funcionar normalmente. 

Fonte: BabyCenter

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Segundo mês do bebê em casa.

Até o sexagésimo dia.

Tudo ia bem, eu já comemorava o fato de Julia não sofrer com cólicas. Quando ela completou 40 dias meus pais e minha avó chegaram no Rio para nos visitar.. Neste dia entrei em desespero, Juju gritava, se contraia e nada a acalmava, pensamos que pode-se ser a mudança na rotina com a chegada dos avós, o barulho etc, mas, não! Era a chegada das temíveis cólicas. Mas porque, se eu estava seguindo uma alimentação saudável e evitando os alimentos que as provocam? Segundo o pediatra, evitar certos alimentos amenizam mas não são capazes de evitar que elas apareçam. As cólicas acontecem porque o intestino do bebezinho ainda está se adaptando, e este período perdura até o final do terceiro mês. Elas apareciam diariamente, as vezes mais branda, outras vezes muito forte, sempre no inicio da noite e duravam umas 3 horas. Para acalma-la valia tudo, colocar de bruço, aquecer a barriguinha, colocar no peito, banho quentinho com chá de camomila na água.... tudo isso ajudou bastante. Medicamentos, fiz o uso do cólikids, um lactobacilo vivo que ajuda na flora intestinal. Usava também o Luftal gotas (uma gotinha para cada quilo do bebê), mas o que funcionava de fato e fazia com que ela acalma-se e pega-se no sono, era o "FUNCHICÓREA", um pozinho, fitoterápico. Este pozinho fez muito sucesso entre as mamães por anos... mas em 2010 foi abolido das farmácias, segundo informações o laboratório que o produz não atestava a eficacia do produto. Mas para minha sorte ele voltou a ser comercializado em 2013. Aqui no Rio é o que há em se tratando de cólicas em bebês.

Além das cólicas neste segundo mês de vida Julia sofreu muito com prisão de ventre. chegou a passar 5 dias sem evacuar. O pediatra me disse que é normal passar até uma semana, caso o bebê não reclame de dor. Mas a coitadinha se espremia de mais e não conseguia fazer. Fui aos poucos introduzindo alimentos com  fibras na minha dieta para que através do leite, chegasse até ela. Quando o período sem evacuar passava de 4 dias, usava supositório de glicerina. Ela só mamava no peito, mas introduzi assim mesmo, água de ameixa. Fervia a ameixa preta até que a cor da água ficasse bem escura, coava e dava a ela na mamadeira ou de colherinha. Ajudou bastante.


Queda de cabelo: Sim Juju ficou careca rsrsr, ela perdeu o pouco que tinha. O travesseiro acordava cheio de cabelinhos, mas é normal... embora algumas crianças não passem por isso.

Durante estes 60 dias,  mantive Julia afastada de lugares com grande aglomeração de pessoas, como shoppings, festas, supermercados... o motivo é que ela ainda não havia tomado as principais vacinas e todo bebê necessita de um tempo até criar anticorpos. "Seguro morreu de velho" rsrsr

Agora falando de coisa boa... foi neste período que ela sorriu pela primeira vez, um sorriso de verdade, espontâneo. Nada daqueles sorrisinhos que eles dão quando dormem, rsrs. E também ouvi a primeira risada, mas esta foi sonhando, estava colocando ela no berço e ouvi duas gargalhadas seguidas.

Ah já ia esquecendo de falar sobre as vacinas....



Bom pensando bem farei uma postagem falando somente delas, pois são muitas, e há muito o que se falar como: Dar no posto de saúde ou rede privada? Qual a diferença entre elas? Reações, o que fazer se o bebê apresenta-las?

Bom espero que meus relatos possam ajuda-las...
Bjcas e até a próxima....

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

E os perigos que você não vê?

Alguma vez você parou para pensar que uma bisnaga de pomada poderia ser uma arma em potencial? Ou que uma migalha de pão era um elemento de alta periculosidade? Que qualquer baldinho d’água representava uma ameaça de afogamento iminente?

Pois é essa a paranoia logo vai tomar conta do meu dia a dia. Ok, eu sempre soube que criança tem de ficar longe de janela, de tomada, de piscina, do fogão, de remédios, de produtos de limpeza e de utensílios de cozinha. Mas descobri que, para  manter minha filha em segurança, preciso me antecipar a perigos bem mais sutis.

E se uma peça de um brinquedo se soltar? E se a tal bisnaga de pomada, cuja ponta provocou um estrago na bochecha, tivesse pegado no olho? Será que o botão da jaqueta que pendurei na cadeira está bem preso? Que a tampa do vaso sanitário está fechada? Que varro a casa com frequência (várias vezes ao dia) suficiente para eliminar qualquer minúsculo fragmento? E o pior de tudo: será que os outros cuidadores (pai, avó, baba...) vão prestar atenção a esse tipo de detalhe, o tempo todo, durante a minha ausência?

Eu sei, não dá para entrar nessa neurose, mas uma coisa é fato: aqueles olhinhos apurados deles, detectam partículas milimétricas e são imediatamente acompanhados por um dedinho inspetor que, muitas vezes, vai direto para a boca . Sem falar nos movimentos ágeis de puxar algum aparelho pesado, antes que meu cérebro consiga sequer processar a informação.

Vou propor um exercício: escrevam lá nos comentários desta publicação na página do face contando alguma experiencia  e vamos identificar o máximo possível de ameaças que espreitam nossos pequenos. Melhor ser louco do que relapso. Concordam?









Fonte(Revista Crescer)

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Como é produzido o leite materno

O leite materno é produzido sob o comando de vários hormônios que começam a agir no corpo da mulher ainda antes de o bebê nascer. É durante a gravidez, por exemplo, que os seios vão sendo preparados para virar uma poderosa usina de um alimento especial. Em função dos hormônios estrógeno e progesterona - secretados pela placenta -, as mamas ficam maiores, mais sensíveis e têm seus vasos sanguíneos dilatados. Já a produção do leite propriamente dito só tem início após o parto, quando outros hormônios, como a prolactina e a ocitocina, entram em cena. Eles estimulam certas células dos seios a fabricarem o líquido precioso, "Esse processo lembra o de uma fábrica, que trabalha por demanda: quanto mais o bebê mama, mais leite a mãe produz", afirma o pediatra Marcus Renato de Carvalho, da Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação do Rio de Janeiro.

O mais incrível é que essa fábrica pode funcionar até mesmo em uma mulher que só adotou uma criança, sem ficar grávida. Com o apoio de um profissional competente, a entrada em ação dos hormônios que estimulam a "descida do leite" pode ser condicionada. "O leite também é produzido na cabeça da mulher", diz Marcus Renato. Uma das técnicas que ajudam nesse condicionamento é a mãe adotiva colocar a criança para mamar seguidas vezes.

É demorado, mas compensa, principalmente para o bebê. O rango materno é uma refeição nota 10, rica em gordura, sais minerais, vitaminas e substâncias essenciais que protegem contra doenças. Esse leite é tão completo que, nos primeiros meses de vida, o bebê não precisa ingerir mais nada - nem mesmo água!

Fonte: mundoestranho.abril.com.br

Mães que amamentam não menstruam

Sim, a amamentação influencia na menstruação.

Para voltar a ter o ciclo menstrual  normal depois do parto, é importante o fato de estar amamentando ou não. 
Após dar à luz, a mulher tem um sangramento, que não é exatamente menstruação, que pode durar várias semanas. E como cada mulher é única, a volta do ciclo menstrual vai depender de cada organismo. Por isso, os parâmetros abaixo não são nada fixos, servem só para dar uma orientação. Se você estiver com dúvidas, converse com o ginecologista.

Mães que amamentam...

Com a amamentação é possível manter a menstruação suspensa por um período maior. A mulher que dá o peito regularmente, tanto durante o dia quanto à noite, pode passar até um ano livre das cólicas, da TPM (tensão pré-menstrual) e dos absorventes. Isso, claro, depois do fim do sangramento normal pós-parto.

Se o bebê começa a dormir a noite inteira, pulando algumas mamadas, a menstruação volta mais cedo, o mais comum é que isso aconteça quando ele tiver entre 3 e 8 meses. A mesma coisa acontece quando se complementa a alimentação do bebê com fórmula láctea.

Então, quanto mais você amamentar, mais vai demorar para o ciclo menstrual voltar.

Mães que não amamentam...

Mulheres que não estão amamentando podem retomar os ciclos menstruais regulares já um mês depois do parto. Às vezes a menstruação demora dois ou três meses para voltar.






Todas as mães

Nunca se esqueça de que o organismo libera o primeiro óvulo pós-parto antes de você menstruar, portanto não há como prever quando isso pode acontecer. Por isso é necessário adotar um método anticoncepcional logo que começar a ter relações sexuais de novo, se não quiser engravidar novamente. Muitas mães são pegas de surpresa e acabam engatando uma nova gravidez.

Mito: mães que amamentam não são férteis. Mulheres que amamentam podem engravidar sim. Portanto, se não quiser surpresas de última hora, melhor ter cuidado.

Atenção: certos pílulas anticoncepcionais não são indicadas para a fase de amamentação.  Saiba mais sobre anticoncepcionais aqui.

Converse com o ginecologista e com seu parceiro para decidir qual é o melhor método para vocês.

Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A sensibilidade da gestante explorada pelas lentes de quem entende do assunto....

Ah, a gravidez… Esse momento mágico na vida de todas aquelas que nasceram com os sapecas dos cromossomos XX. Ver seu corpo sofrendo alterações ao longo de 9 meses e, posteriormente, dar vida a alguém. 9 meses de mudanças físicas e emocionais. Hormônios a flor da pele, medos, incertezas, dúvidas, carências. Momentos onde explodimos de alegria e sofremos de ansiedade.

E tudo isso não pode passar despercebido na vida de uma mulher, é preciso ser registrado...
Mas é preciso uma combinação entre a sensibilidade da gestante e o olhar sensível do Fotógrafo. 

E foi assim comigo, estou aqui para relatar minha experiência com a incrível fotógrafa Flavia Pires.
Diante de suas lentes minha sensibilidade de mãe, prestes a mudar a vida com a chegada da minha Juju, ficou ainda mais visível e o resultado foi um trabalho incrível!!! Obrigada pelo carinho!!!