Gravidez e cuidados redobrados no verão

Durante toda a gravidez é importante ter cuidado especial...

Descubra se é menina ou menino

Que mãe cheia de curiosidade, mesmo que só por diversão nunca...

A influência do pai na personalidade do filho

Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais...

Porque os homens tambem engordam durante a gestação da esposa?

A mulher fica grávida e o maridão engorda...

Gestação gemelar tire suas dúvidas

O que faz diferença nas gestações gemelares é o...

Mostrando postagens com marcador maternidade. Mostrar todas as postagens
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domingo, 7 de junho de 2015

Tudo que rolou no Chá da Juju...

Meninas, ontem dia 06/06/15 foi um grande dia para mim e para minha pequerrucha Juju, Foi nosso chá de bebê.
Optei pelo tradicional, realizando o chá no período da tarde e com a participação de apenas mulheres. Tudo bem que o maridão apareceu no final para ser sacaneado um pouquinho, nada mais justo não acham?!
A tarde foi muito divertida e com muitas brincadeiras. Logo na chegada as convidadas receberam um ovo, isso mesmo rsrsrs, um ovinho decorado que a partir daquele momento, até o final da festa, seriam seus filhos, a mãe que se descuida-se, poderia perde-lo para uma mãe mais esperta. A ideia é que no final a mãe com mais ovos, venceria... OBS não era permitido guardar o ovo na bolsa, Rssrs.




                                                                   
Também havia ao longo de toda a festa uma chupeta escondida, a mamãe que achou foi premiada. Ah como prêmios usei, kits de agendas, porta retratos, bijus, maquiagens, etc etc...




Seguindo com as brincadeiras tivemos o tradicional Stop, onde as convidadas deveriam preencher as letras de A a Z com itens de bebê.

Uma das brincadeiras que rendeu muitas rizadas foi a caneta na garrafa, onde a participante tinha uma caneta amarrada, como um rabinho e tinha que dançar,  e acertar a caneta dentro de uma garrafa pet.


 Ainda tivemos a bolinha na caixa, onde as duplas tinham que caminhar com uma bolinha de tênis entre os quadris e vencia quem acerta-se a bola na caixa primeiro, claro, sem usar as mãos.



Ahh e a brincadeira de acertar o óvulo, nesta usei trios, uma das convidadas era vendada, uma guiava dando as coordenadas e a terceira ficava a uma certa distancia segurando um balão, vencia quem concluía a tarefa em menor tempo.
Quem come a papinha primeiro, também agitou a mulherada.                                                                                                                          
E não posso esquecer da famosa batata quente, mas que desta vez foi um pouquinho diferente, pois a vencedora foi surpreendida com uma triste noticia, o conteúdo da caixa era uma fralda geriátrica e a mesma teve que usa-la até o final da festa. Rsrsrsr,  Parabéns Thais Ribeiro, aceitou com destreza o desafio....







Agora falando sobre a decoração. A mesa de doces foi decorada pela empresa Doce e Brigadeiros Gourmet, um sucesso, kitutes deliciosossss, as convidadas super elogiaram e eu super recomendo...










Montei também uma mesa com bebidas e salgados. Na recepção dispus as lembrancinhas e uma estação de suco para as convidadas se refrescarem assim que chegassem. E um local com uns biscoitinhos e cafés para aquelas que como eu, adoram um cafezinho à tarde.

 


Quem registrou tudo, afinal Juju precisa saber como foi este grande dia, foi o querido amigo e excelente fotografo, Rafael Antonio Fotografias.

Claro Finalizamos a festa com a tradicional brincadeira para adivinhar os presentes, e aqui tive a ilustre presença do papai Rodrigo Santos, srsrsr momento impar da festa rsrssrr...


Espero que compartilhando com vocês minha experiência possa ajudá-las a ter idéias para seus chás.... beijo grande!!!!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Dores nas costas na gravidez, saiba como evitar.


De 50% a 75% das mulheres sentem dores nas costas, especialmente na região lombar, em algum momento da gravidez. A razão é simples: o aumento de peso e, em conseqüência, a modificação da postura, com a mudança do centro de gravidade para a frente do corpo. "Também existe a hipótese de os hormônios atuarem nas articulações, relaxando os ligamentos e causando maior sobrecarga na coluna", diz o ortopedista Cícero Stahnke. 

Além disso, o crescimento dos seios também pode alterar a postura da gestante.

Recorrer a remédios para acabar com essa dor pode causar problemas ao feto. Mesmo as pequenas doses de analgésicos já podem gerar bebês do sexo masculino com problemas de fertilidade na idade adulta, como aponta um estudo feito pelo Rigshospitalet Copenhagen, na Dinamarca, e publicado no jornal especializado em reprodução Human Reproduction.

De acordo com os médicos, é cada vez mais comum que mulheres grávidas tomem analgésicos para diminuir os desconfortos da gravidez - como dores nas costas, na cabeça e nas pernas - sem ter um aconselhamento médico. Isso pode ser uma das causas do aumento no número de homens inférteis nos últimos anos. O uso de antiinflamatórios também deve ser restrito, já que uma dose elevada pode afetar a formação do sistema cardiorrespiratório do bebê. 

O que fazer: Corrigir a postura e fazer massagens ameniza os sintomas. 'A maioria das grávidas assume uma posição incorreta: barriga para a frente, ombros para trás e pescoço arqueado', observa Gonçalves. Sempre que possível, mude de posição, seja deitada, seja sentada. Use sutiãs de alças largas, para manter os seios firmes, e sapatos confortáveis, pois os de salto alto e fino são prejudiciais para a coluna. Exercícios físicos, desde que liberados pelo seu obstetra, fortalecem a musculatura, mas o ideal é que a mulher se prepare antes de engravidar. Os grupos MUSCULARES que mais protegem a coluna são os abdominais, mas os das costas e da parte posterior das coxas também devem ser trabalhados. Vale lembrar que o ganho de peso excessivo também agrava a situação.

Abaixe-se sem prejudicar a coluna.

Abaixar de modo incorreto para apanhar algo que está no chão ou dormir em uma posição inadequada pode trazer muito desconforto e, em alguns casos, até prejudicar a saúde do bebê. "Todos nós sabemos que não devemos dobrar a coluna para pegar algo no chão e que o correto a se fazer é dobrar os joelhos e manter a coluna reta, mas nunca colocamos isso em prática. As gestantes precisam ter esses cuidados se querem ter menos dores", esclarece Mariano Tamura. 

Posição correta.

Não ficar muito tempo na mesma posição é outro cuidado que deve ser redobrado durante a gravidez. Para manter o corpo de um mesmo jeito, alguns músculos das nossas costas e da região do abdômen relaxam e outros se contraem. Ficar muito tempo com os músculos contraídos causa dor, e consequentemente, estresse. Já quando ficam muito tempo relaxados, eles perdem tonicidade e não conseguem manter uma postura adequada. 

Algumas posições na hora de dormir já prejudicam a coluna normalmente. Para as grávidas, o efeito é ainda pior. "A melhor posição para uma gestante dormir é de lado, com os joelhos e as coxas levemente flexionados, e não de barriga para cima, como muitos pensam", explica o obstetra. O peso do útero causa pressão nos nervos das costas, como o ciático, o que provoca dores - que podem se espalhar pelos membros inferiores - e sensação de mal estar que dura o dia inteiro.  

Exercícios

O educador físico Alexandre Alves, diretor do Centro Atividade Física para Gestantes, recomenda fortalecer o que os especialistas chamam de CORE - parte central do corpo. "É uma preparação que deve ocorrer já quando o casal está tentando ter um bebê", lembra. 

Ele explica que é preciso fortalecer três conjuntos de músculos para estabilizar a coluna: lombares, abdominais e oblíquos do abdômen - musculatura que fica na parte lateral da barriga. "Se trabalhados desde o começo da gestação e de maneira correta, esses músculos diminuem consideravelmente as dores nas costas durante e depois da gravidez", explica o especialista. 

Os exercícios devem variar de acordo com cada fase da gestação, já que o corpo da mulher passa por muitas transformações durante os noves meses. Confira: 

Primeiro trimestre
No começo da gravidez, é pouco comum sentir dores nas costas. Mesmo assim, a preparação dos músculos já deve ter início. "Mas, antes de começar qualquer tipo de exercício para prevenir dores nas costas, é preciso consultar um médico. Cada caso deve ser analisado de forma particular", lembra o educador físico Alexandre. 

Os exercícios nessa fase precisam ser mais leves, envolvendo mais repetições e evitando, acima de tudo, movimentos bruscos. "Como o feto ainda não está totalmente estável no útero, qualquer movimento muito brusco ou esforço intenso pode prejudicar a saúde tanto da gestante como do bebê", diz o especialista. 

A caminhada é um exemplo de atividade de pequena intensidade que, no final da gravidez, faz toda a diferença. Trabalha-se a respiração e, consequentemente, o diafragma e os músculos abdominais, responsáveis por manter uma boa postura.  

Segundo trimestre
É quando a barriga começa a crescer que a futura mamãe pode fazer exercícios mais intensos para prevenir as dores nas costas. Um dos mais comuns é chamado de perdigueiro. Nesse exercício, a mulher deve ficar apoiada nos joelhos e nas mãos, de barriga para baixo, e erguer um braço e a perna oposta. "Para ficar mais fácil de entender, é só levantar o braço direito e a perna esquerda ao mesmo tempo, ficar em equilíbrio nessa posição de 30 a 60 segundos e, depois, fazer o mesmo com os outros dois membros", conta Alexandre. Esse exercício pode ser feito em casa e não traz nenhum perigo ao bebê e à mãe, já que a posição não faz pressão na coluna ou no útero. 

Abdominais também ajudam a acabar com a dor nas costas, já que os músculos da barriga são essenciais para manter a boa postura e deixar a coluna protegida e fortalecida. No entanto, é fundamental ter as instruções de um profissional. "O abdômen tradicional, aquele com as costas no chão, é desaconselhado para gestantes, já que provoca um peso maior do corpo da mãe e do bebê sobre a veia cava, que fica próxima a coluna, limitando o fluxo de sangue para o feto", explica o educador físico. 

O jeito correto da gestante fazer abdominais é usar uma almofada ou uma cadeira como apoio e ficar praticamente sentada, fazendo flexões para frente e para baixo.  Por ser nessa época que as dores se tornam mais frequentes e intensas, muitas mulheres só procuram ajuda profissional no final da gestação. "Quem começa a fazer exercícios apenas nessa fase da gravidez terá resultados menos significantes", lembra o educador físico. 

Como a barriga está bem grande, é preciso mudar os exercícios. Devido a mudanças no corpo - como aumento de peso, menor circulação para as pernas, aumento de cãibras e maior dificuldade de locomoção -, é melhor focar nos exercícios de respiração e resistência. 

É também a partir dos seis meses, que o corpo da mulher passa a liberar um hormônio chamado relaxina, que deixa as articulações entre os ossos mais frouxas. "A relaxina é liberada para facilitar o parto, mas o seu efeito de relaxamento nas juntas afeta todo o corpo. Por isso, é preciso ter cuidado com alongamentos, agachamentos e exercícios de impacto", explica Alexandre Alves. 

A hidroginástica e a caminhada são as opções mais aconselhadas pelos especialistas, já que trabalham respiração e circulação sanguínea, além de não causar impactos nas articulações, nem perda de equilíbrio. No entanto, cada gestante também pode fazer exercícios que já esteja acostumada. "Se uma mulher gosta de natação, por exemplo, e não tem nenhum fator de risco para a gravidez, pode continuar a fazer essa atividade física", indica o ginecologista e obstetra Mariano Tamura.  

Fonte de pesquisa ( revista crescer e mais vida )

Talco faz mal para bebês.

Apesar do cheirinho gostoso, os médicos não recomendam que se use talco em bebês, porque, por ser formado por partículas minúsculas, ele pode facilmente ser inalado e aspirado pela criança, ficando preso nas vias respiratórias e nos pulmões e provocando dificuldades para respirar. O mesmo vale para polvilho.

Além disso, não há comprovação nenhuma de que talco ajude a prevenir ou melhorar assaduras ou outros problemas de pele, como brotoejas.

Se quiser usar alguma coisa para dar uma "secada" a mais na pele do seu filho, prefira maisena ou outros produtos à base de amido de milho, já que eles são compostos por partículas maiores. Ainda assim, todo o cuidado é necessário para não passar nem pulverizar nada próximo ao rosto do bebê. Ponha uma pequena quantidade na sua mão primeiro.

Preste atenção também para deixar o produto longe do alcance da criança. Quando for utilizar, tenha cautela no momento de virar a embalagem e evitar que se crie aquela "nuvem" de pó perto de vocês.

Fonte: (http://brasil.babycenter.com/)

Cuidados com o bebê na limpeza dos genitais e do cordão umbilical.

Os bebês, mesmo os recém-nascidos, podem tomar banho todos os dias, embora não seja de todo obrigatório.
Nos primeiros dias de vida terá de ter mais cuidado com a zona do umbigo onde ainda se encontra parte do cordão umbilical (coto umbilical). Para isso, use uma esponja própria para lavar o recém-nascido, evitando encharcar o coto umbilical.
A higiene do cordão umbilical faz-se com uma gaze esterilizada embebida em álcool 70
, de modo a desinfetar bem a área e promover a cicatrização. Este deve manter-se limpo e seco para evitar infeções.

Lembre-se que em cada muda de fralda deverá proceder à limpeza do cordão umbilical. Se o coto umbilical se encontrar  sujo de urina ou fezes, deverá primeiro ser lavado com uma esponja embebida em água e um pouco de sabão ou gel de banho do bebê. Só depois se aplica a gaze com álcool. Deve manter-se este cuidado até 48h após a queda do cordão umbilical.

A mãe ou o pai podem dar banho ao seu bebê a qualquer hora do dia, mas o ideal será ao fim da tarde, de modo a promover o relaxamento do bebê e uma melhor noite de sono.

A limpeza de áreas como os genitais e o rostinho devem ser feitas diariamente, sendo os genitais limpos a cada muda de fralda.

Higiene dos genitais do bebê
A limpeza da zona genital, nas meninas, faz-se sempre da frente para trás. Pode limpá-los com um algodão embebido em água morna ou óleo de bebê. Pode ainda usar toalhetes de limpeza próprios para bebê, sendo preferível usar estes últimos só quando se encontra fora de casa, pois o seu uso continuado pode irritar a pele do bebê.

Não é obrigatório colocar pasta ou creme a cada muda de fralda, exceto se a pele do bebê tiver assaduras. A higiene deve ser cuidadosa mas não excessiva.

Bebê recém nascido após banho

No primeiro mês de vida das meninas, é normal que ocorra um fluxo com uma pequena quantidade de sangue, parecido à menstruação. Isto é perfeitamente normal e nada mais tem de fazer senão limpá-lo.

Nos meninos, deve fazer uma limpeza apenas da zona externa dos genitais. Pode exercer-se ligeira tração do prepúcio (pele que cobre a glande), de modo a não provocar desconforto ao bebê. O prepúcio não deve ser descolado pelos pais para conseguir uma melhor higiene. Só o médico está capacitado para o fazer de modo a não trazer sequelas para o bebê mais tarde.

E lembre-se que uma higiene cuidada do bebê é meio caminho andado para o manter saudável!

Fonte de pesquisa (http://bebe.abril.com.br/)

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Você faz idéia, onde e como surgiu a lenda da cegonha?



A lenda da cegonha surgiu na Escandinávia. Conta-se que, na época em que os bebês costumavam nascer em casa, às mães diziam aos filhos que os bebês haviam sido trazidos pela cegonha justificando o aparecimento repentino de um novo membro na família. Para explicar o descanso da mãe depois do parto, dizia-se que, antes de partir, a cegonha havia bicado sua perna.

A escolha da cegonha como símbolo foi devido a sua característica dócil e protetora, que dedica atenção especial e carinho às aves doentes ou mais velhas. Os antigos romanos criaram uma lei incentivando as crianças a cuidarem dos idosos, denominada Lex Ciconaria (Lei da Cegonha).

Além desse motivo, há o do fato das cegonhas costumarem fazer seu ninho ao lado da chaminé das casas e voltarem sempre para o mesmo lugar, para pôr ovos e cuidar dos filhotes. A mistura de generosidade e fidelidade ao ninho criou um símbolo perfeito. A lenda se espalhou pelo mundo no século XIX, através dos contos do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.

Fonte (Brasilescola)

Carrinhos de supermercado são um grande risco para os pequenos.

Visto aos olhos de uma criança, o supermercado mais parece um parque de diversões. Ela passeia dentro de um carrinho pelas prateleiras, diante de um montão de produtos coloridos, divertidos e deliciosos. Por isso, além de cuidar para que seu filho não alcance nada nas gôndolas, você precisa ficar o tempo todo atento para prevenir acidentes, sem falar das bactérias. É difícil calcular quantas mãos, em um só dia, tocam nos carrinhos dos supermercados. O que se sabe, com certeza, é que eles são muito contaminados com germes, vírus e bactérias: segundo uma pesquisa sul-coreana, maçanetas de banheiros públicos e alças e barras de ônibus e metrô são mais limpos que os objetos que auxiliam no transporte das compras.

No Brasil, por dois meses a bióloga Maria de Deus dos Reis coletou amostras de material depositado nas barras, no eixo das rodas e no cesto dos carrinhos de grandes supermercados de Salvador (BA). O resultado foi que em 100%  delas havia micro-organismos capazes de causar doenças.

Mas se você mesmo sabendo de tudo isso não abre mão de colocar seu pequeno no carrinho, siga algumas orientações e evite acidentes.

Condições das cadeirinhas ou bebê conforto

Antes de colocar seu filho em cadeirinhas ou bebê conforto dos carrinhos de supermercados verifique se estão em boas condições, especialmente nas regiões de solda.
Posicionando o bebê conforto dos carrinhos de compras

Alguns carrinhos possuem 2 posições para o bebê conforto que já vem acoplado. Ao escolher a melhor posição (mais deitado ou mais inclinado) verifique se está bem firme para que não caia com algum movimento da criança.
Cinto de segurança do bebê conforto

Os carrinhos com bebê conforto deveriam ter cinto de 5 pontos, porém como não existe nenhuma legislação ou fiscalização nem sempre eles estão com esse acessório de segurança muito importante para prevenir acidentes. Fique atento e procure sempre os carrinhos com esse acessório, afinal com tantos atrativos ao alcance dos olhos, inevitavelmente a criança tenta alcançar os produtos das prateleiras com as mãos e pode cair do carrinho.
Se não houver o cinto, prefira colocar a criança dentro do carrinho.
Quando a criança fica dentro do carrinho, junto com as compras

Sempre que a criança ficar dentro do carrinho de compras redobre sua atenção, afinal ela poderá estar próxima a produtos de limpeza e outros artigos que podem provocar intoxicação quando ingeridos ou mesmo provocar ferimentos.
Nunca deixe a criança em pé no carrinho

A criança deverá estar sempre sentada no carrinho de compras. Ao ficar em pé ela pode se desequilibrar e cair fora da carrinho, ou então se debruçar para tentar alcançar algum produto e cair ou, pior, tombar com o carrinho.
Outro risco é que, ao ficar em pé, ela pode cair dentro do carrinho  os produtos que estão dentro dele, provocando cortes e lesões.
Carrinhos com formatos de automóveis

Para entreter as crianças e diminuir o número de acidentes, algumas redes de supermercados disponibilizam carrinhos com formatos divertidos que além de entreter as crianças diminuem os acidentes, tais como os carrinhos com formato de automóveis. A criança fica próxima ao chão, porém o uso do cinto continua essencial, pois a criança poderá sair do carrinho em movimento e ser atropelada pelo próprio carrinho. Uma vantagem desse carrinho é que as compras ficam longe da criança, em compartimentos no teto e atrás do carrinho.
Outro risco é que os produtos das gôndolas continuam ao seu alcance e nem sempre é possível manter o carrinho distante das prateleiras. O jeito é estar sempre atento!

Leve alguém com você

Nem sempre é possível, mas uma ajudinha na hora das compras com as crianças facilitará sua vida e segurança dos pequenos. Enquanto uma pessoa se responsabiliza em escolher os produtos, a outra fica responsável em manter a criança fora de perigo seja dentro carrinho de supermercado ou fora dele.
Criança fora do carrinho também precisa de cuidados:

- Não deixe a criança empurrar o carrinho de supermercado

Ao empurrar o carrinho de supermercado a criança pode se desequilibrar e cair, ou mesmo atropelar outros clientes em compras. Até mesmo os carrinhos com tamanho especial para crianças requer cuidado, pois a criança se sente no controle enquanto os riscos de queda e atropelamento se intensificam.
- As atrações infantis ficam ao alcance das crianças.
Os lojistas sabem que muitos papais e mamães levam seus filhos ao supermercado e utilizam a altura das crianças como estratégia para posicionamento dos produtos infantis nas gôndolas.
Isso significa que todas aquelas guloseimas coloridas que podem até passar desapercebidas por você, estarão ao alcance das mãos das crianças. Ou seja, mais tentações para as crianças e, consequentemente, mais “nãos”.

- Produtos com embalagens de vidro ao alcance

Não são só os produtos infantis que eles podem alcançar, algumas bebidas alcoólicas, vidros de azeitonas, palmito entre outros produtos que possuem embalagem de vidro também estarão ao alcance dos pequenos. Cuidado redobrado para evitar acidentes!
Vantagens em levar a criança ao supermercado

Depois de ler todas essas dicas talvez você esteja se perguntando se realmente deve levar seu filho ou é melhor se organizar para fazer compras quando o filho está na escola, mas com os devidos cuidados levar crianças em supermercado também é uma forma de educar, ensinar e entreter os pequenos.
Durante suas compras você pode ensinar seu filho a ter hábitos saudáveis e causando curiosidade para experimentar novas frutas, cereais e legumes que ele ainda não está familiarizado em sua forma natural. Seu filho vai achar o máximo saber que aquele bolo que ele adora é feito com leite, trigo, ovos…
Outro ensinamento é quanto aos valores, mostrando itens mais caros e mais baratos.
Se o seu filho fizer birra porque quer aquele chocolate, é hora de utilizar a oportunidade para educar, sendo firme e sem ceder. Após poucas visitas ao supermercados as birras farão parte do passado porque seu filho saberá que não é não, mesmo após uma bela encenação.
O entretenimento fica por conta das conversas, das histórias que você pode contar sobre suas preferências na hora de escolher um ou outro produto ou mesmo contando uma história de sua infância relacionada a qualquer sessão do supermercado.

Segundo os especialistas, para o supermercado se tornar um local mais seguro para as crianças, seria necessário que as redes do estabelecimento tomassem algumas medidas de cautela. Disponibilizar cadeirinhas que respeitem os critérios de segurança seria uma forma de evitar acidentes. Alguns locais têm carrinhos diferentes, no formato de automóvel: enquanto seu filho brinca de dirigir embaixo, as compras podem ser colocadas no compartimento apropriado, acima. Nesse caso, a proximidade da criança em relação ao chão minimiza o risco de ela se machucar. Por outro lado, isso faz com que fique mais próxima aos produtos das gôndolas, o que aguça a curiosidade e a vontade de pegar alguns deles.

Outra medida que ajudaria quem precisa fazer compras com os filhos, sem a ajuda de outro adulto, é reservar um espaço de recreação – como já existe em determinados restaurantes. Os pais deixam as crianças na entrada, fazem as compras tranquilamente e, na saída, voltam para buscá-las.

Fonte de Pesquisa: http://www.nacionaldedireito.com.br/jurisprudencia

Calcinhas de cintura alta são uma boa dica para a gravidez.

A maioria dos médicos recomendam após o quinto mês, e também indicam seu uso logo após o parto sendo normal ou cesária, argumentando que a cinta ajuda na recuperação da forma física, porque a barriga demora um tempinho para voltar ao normal, até que os órgãos comecem a retornar ao tamanho natural.

Então, até que isso ocorra, o uso da cinta pós-parto ou modeladora pode auxiliar nesta tarefa, pois comprimem todo o abdômen, além de amenizar o desconforto e proporcionar segurança.

Calcinha Modeladora -

A calçinha para gestante de cintura alta, possui fundo fechado e seu principal detalhe é que a lycra na região da barriga acompanha o desenvolvimento do seu bebê sem prejudicá-lo, dando mais conforto até o fim de sua gestação. Já na região lombar e na parte debaixo da barriga, a calc
inha tem um reforço com tecido duplo para dar mais sustentação ao decorrer da gestação, exercendo mais segurança em relação ao peso da barriga e sustentando a coluna.


Existem diversos modelos no mercado, eu optei por calcinhas modeladoras de cintura alta, estou usando da trifil que acho mais macia, mas tem de varias marcas.

Depois de dar a luz, pretendo usar cintas mais resistentes, agora fico com medo de comprimir de mais minha barriga, mas a calcinha alta me deixa segura.

Uso durante o dia e para dormir uso apenas a camisola ou um shortinho largo.


Depressão Pós Parto!!! Entenda tudo!!!

É grande o número de mulheres que se queixa de certa tristeza e irritabilidade depois que dão à luz. A criança nasceu perfeita, com boa saúde, o pai está feliz, os avós também. Nada aconteceu de errado, elas voltam com o bebezinho para casa, onde tudo foi preparado para recebê-lo, mas são invadidas por uma espécie de melancolia que não sabem explicar. Se esse sentimento for passageiro e desaparecer em alguns dias, não há motivo para preocupação. Seu organismo passou por verdadeiras revoluções hormonais nos últimos tempos que podem ter mexido com o sistema nervoso central.

Há mulheres, porém, em que a tristeza aparece algumas semanas depois do parto, vai ficando cada vez mais intensa a ponto de torná-las incapazes de exercer as mais simples tarefas do dia a dia, e elas passam a demonstrar apatia e desinteresse por tudo que as cerca.

Num passado não muito distante, esses sintomas não eram valorizados; ninguém falava em depressão pós-parto. Os transtornos de humor eram considerados traços da personalidade feminina. Sem diagnóstico nem tratamento adequado, ou a doença se resolvia espontaneamente ou tornava-se crônica.

DIFERENÇA ENTRE TRISTEZA E DEPRESSÃO PÓS-PARTO

Qual a diferença básica entre tristeza e depressão pós-parto?
 É importante estabelecer essa diferença. A tristeza pós-parto é quase fisiológica. Dependendo da estatística, de 50% a 80% das mulheres apresentam certa tristeza, certa disforia e irritabilidade que têm início em geral no terceiro dia depois do parto,  dura uma semana, dez, quinze dias no máximo, e desaparece espontaneamente. Já a depressão pós-parto começa algumas semanas depois do nascimento da criança e deixa a mulher incapacitada, com dificuldade de realizar as tarefas do dia a dia.

 Existe explicação neurobioquímica para a depressão pós-parto?
 O pós-parto é um período de deficiência hormonal. Durante a gestação, o organismo da mulher esteve submetido a altas doses de hormônios e tanto o estrógeno quanto a PROGESTERONA agem no sistema nervoso central, mexendo com os neurotransmissores que estabelecem a ligação entre os neurônios. De repente, em algumas horas depois do parto, o nível desses hormônios cai vertiginosamente, o que pode ser um fator importante no desencadeamento dos transtornos pós-parto. Mas esse não é o único fator. Todos os sintomas associados ao humor e às emoções são multideterminados, ou seja, não têm uma causa única. Portanto, não é só a deficiência hormonal que está envolvida tanto na tristeza pós-parto, quanto no quadro mais grave que é a depressão pós-parto.

 Que fatores são esses?
Mulher com história de depressão no passado, seja relacionada ou não com o parto, ou depressão durante a gravidez (quadro menos frequente, mas também possível) está mais sujeita a desenvolver transtornos depressivos. Alguns fatos, por exemplo gravidez não desejada ou não planejada, causam aumento do estresse ao longo da gestação e podem contribuir para o aparecimento do problema.

 Como você distingue a simples tristeza pós-parto de curta duração que passa  espontaneamente da depressão que precisa ser tratada adequadamente?
Diante de um paciente com palidez cutânea que reclama de fraqueza, o médico pede um hemograma que confirma o diagnóstico clínico de anemia. Em psiquiatria, não existem exames complementares para respaldar o diagnóstico, que depende basicamente dos sinais e sintomas que a pessoa apresenta, de como eles se manifestam ao longo do tempo e de sua intensidade. Outro conceito importante para distinguir a tristeza da depressão pós-parto é determinar se o transtorno é disfuncional, isto é, se interfere na vida do dia a dia.

DIAGNÓSTICO

 Quando começam a aparecer os sintomas de tristeza?

A tristeza pós-parto surge dois ou três dias depois de a mulher dar à luz, em cinco dias atinge o máximo e some em dez dias. A depressão instala-se lentamente; só de quatro a seis semanas depois do parto o quadro depressivo torna-se intenso. É uma doença que exige tratamento mais agressivo com medicamentos.

 Isso quer dizer que, num primeiro contato, é muito difícil estabelecer o diagnóstico com clareza.
 É difícil. Entretanto, se a moça deu à luz há mais de um mês e a tristeza continua intensa, é grande a probabilidade de estar com depressão pós-parto. Fechar o diagnóstico, porém, depende dos sintomas que apresenta e de como e quanto eles estão interferindo no seu dia a dia.

 Com que frequência aparecem os casos de depressão pós-parto?
 Segundo revelam as estatísticas AMERICANAS, a depressão verdadeira, essa que surge várias semanas depois do parto e requer tratamento específico, acomete em torno de 10% a 15% das mulheres, o que é um número muito alto.

Essas mulheres recebem o diagnóstico de depressão quando manifestam os sintomas?
Infelizmente, a maior parte dessas mulheres não fica sabendo que está deprimida e atribui os sintomas ao estresse, ou não tem suas queixas valorizadas pelo companheiro, nem pelo pediatra que atende a criança, nem pelo obstetra que acompanha o pós-natal. Como o início não é abrupto, o transtorno assume ares de algo fisiológico, sem importância, e elas não recebem o tratamento adequado. O resultado é que, às vezes, o quadro pode resolver espontaneamente, mas, em muitas outras, pode tornar-se crônico.

SINAIS DE ALERTA
Como a mulher que está se sentindo meio entristecida depois do parto pode perceber que aquilo é algo passageiro, ou sintoma de uma depressão mais grave?
Para a mulher que deu à luz há poucos dias, é quase certo que os sintomas desaparecerão espontaneamente em duas ou três semanas. No entanto, aquelas que deram à luz há um mês, um mês e meio, e estão cada vez mais tristes, precisam prestar atenção em alguns sintomas fundamentais.

O primeiro é que a tristeza não está relacionada só com o nascimento da criança. Não está restrita ao fato de não se considerar boa mãe nem suficientemente capaz para cuidar do bebê. A tristeza permeia outros contextos de sua vida. A mulher deprimida perde o interesse pelo programa de televisão que gostava de ver, pelas leituras que lhe davam prazer, pela profissão. Às vezes, a licença-maternidade está chegando ao fim e ela pouco se importa com a perda do emprego se não reassumir o cargo.

Outros sintomas são a sonolência, a falta de energia durante o dia inteiro, o desinteresse pelo marido, o desejo sexual que não retorna e as alterações do apetite para mais e para menos. Algumas ficam famintas e comem muito. Outras nem podem chegar perto dos alimentos.

A ansiedade faz parte também do quadro de depressão pós-parto. A mulher tem ataques de pânico sem ser portadora desse transtorno ou pode desenvolver comportamentos obsessivos em relação à criança como agasalhá-la demais ou verificar a cada instante se ela está respirando.

 Toda mulher faz isso quando tem um filho. Como saber se esse sintoma faz parte de um quadro patológico?
 Na depressão pós-parto, esse comportamento é exagerado e está associado a muita tristeza. Acima de tudo, o sofrimento é enorme e a pessoa está consumida pela sensação de fim de linha e de sua capacidade para sair daquela situação. De qualquer forma, repito, é sempre preciso considerar o conjunto dos sintomas para fechar o diagnóstico.

PREVALÊNCIA
 A depressão pós-parto é mais frequente no nascimento do primeiro filho ou aparece também nas outras gestações?
 Depende dos antecedentes da mulher. Se ela teve depressão no pós-parto de um filho, a possibilidade de repetir o quadro em outra gestação é de 50%.

Na verdade, a recorrência da depressão é muito alta. Ela é considerada uma doença episódica recorrente e a tendência é manifestar-se novamente se repetida a situação em que surgiu pela primeira vez.

 Mas isso acontece também com a depressão comum…
Ocorre, sim. Em 50% dos casos, quem teve depressão uma vez vai repetir o quadro em algum momento da vida. Se ela se manifestou no período pós-parto, cerca de 30% das mulheres correm o risco de desenvolver a doença fora desse período.

A mulher que teve depressão na adolescência ou na vida adulta corre risco maior de desenvolver depressão pós-parto?
 O risco de depressão pós-parto é maior se a mulher desenvolveu um episódio depressivo anteriormente, mesmo que tenha sido tratada, ou se teve depressão durante a gravidez. Anos atrás, considerava-se que as doses elevadas de hormônios presentes durante a gestação protegiam a mulher. Hoje se sabe que não é bem assim. Mulher grávida também está sujeita a ter depressão. Como, muitas vezes, ela interrompe o tratamento temendo que a medicação possa prejudicar a criança, o risco de a doença agravar-se depois do parto aumenta muito.

TRATAMENTO

 Há medicamentos para tratar a depressão seguros para o feto?
 Há medicamentos seguros. Tanto os mais antigos, os tricíclicos, quanto os mais modernos, como os inibidores de recaptura da serotonina, são seguros quer em termos de malformações quer como agentes neurocomportamentais, ou seja, não provocam malformações na criança nem alterações em seu comportamento. Acompanhados até a idade pré-escolar, os filhos de mulheres que engravidaram tomando esse tipo de medicação não mostraram nenhum transtorno comportamental.

Há alguns anos, o tratamento de escolha para a depressão durante a gravidez era o eletrochoque. Hoje, ele só é indicado  para casos muito graves, com risco de suicídio e que exigem resposta rápida.

Se tomados durante a fase de amamentação, esses remédios podem prejudicar a criança?
Durante a gestação, esses medicamentos não interferem na formação da criança, porque dentro do útero ela não faz esforço respiratório. Depois que nasce, porém, seu efeito sedativo pode passar pelo leite e o perigo existe. Por isso, são indicados alguns antidepressivos específicos que passam menos para o leite materno e o esquema é discutido com a mulher. Uma das sugestões é desprezar o leite colhido algumas horas depois de tomada a medicação, aquele em que os componentes da droga estão mais concentrados, e oferecer o colhido mais tarde. Isso diminui a exposição da criança ao antidepressivo e permite utilizá-lo durante o aleitamento.

O uso da medicação é sempre fundamental no tratamento da depressão pós-parto?
É sempre fundamental. Embora algumas depressões desapareçam espontaneamente, uma porcentagem significativa se cronifica. E tem mais: se não for tratado, o episódio agudo pode deixar um resíduo que se confunde com a distimia, uma forma de depressão mais leve, crônica, que interfere na capacidade de raciocínio e no desempenho funcional. Muitas vezes, essa depressão contínua é considerada um traço da personalidade da mulher e nenhuma providencia efetiva é posta em prática.

 A psicoterapia também ajuda a tratar da depressão?
 Como a depressão em geral tem múltiplos fatores determinantes, isto é, não é provocada só por condições biológicas, mas tem fatores sociais e familiares envolvidos, a psicoterapia individual ajuda a mulher a lidar melhor com o problema e a descobrir que tem um potencial que precisa ser estimulado.

 Nos casos em que a depressão não é diagnosticada e evolui sem tratamento, há risco de suicídio?
 Embora localizada no período pós-parto, a depressão se comporta da mesma maneira que nas outras fases da vida, e o risco de suicídio existe. No caso específico da depressão pós-parto, a forte ligação entre mãe e filho acaba protegendo um pouco a mulher. Mas, se a evolução da doença for muito negativa e os sintomas se agravarem progressivamente, ela pode chegar à conclusão de que é realmente incapaz de cuidar da criança e, infelizmente, cometer suicídio.

 Muita gente confunde depressão pós-parto com os casos de psicose em que a mãe agride e eventualmente mata o filho. Existe alguma relação entre essas duas doenças?
Depressão pós-parto e psicose puerperal são quadros muito diferentes. Felizmente, os casos de psicose são raros. A prevalência é de um caso para cada cem mil nascimentos.

O início da psicose puerperal é precoce. Durante a primeira semana depois do parto, a mulher perde o contato com a realidade e começa a acreditar em coisas que não existem, a ouvir vozes, a ter a sensação de incorporações com entidades, delírios e crenças irracionais.

Às vezes, imagina possuir superpoderes e pode lesar a criança não intencionalmente, mas porque acha que pode voar e atira-se pela janela com o bebê no colo. Essa doença muito grave é bem diferente da depressão que começa várias semanas depois do parto e evolui gradativamente.

Fonte de consulta( Dr Drauzio Varella)

Com que cor de roupa devemos tirar o bebê da maternidade?

Hoje vamos falar das cores da roupa do bebê na hora de sair da maternidade. Eu nasci em Santa Catarina e pelo menos na minha cidade predomina o amarelo, que dizem trazer saúde. Já aqui no Rio, uma amiga já me deu um sapatinho vermelho e disse que ele não pode faltar, que afasta mau olhado e trás saúde e sorte. Agora estou confusa... Afinal amarelo, azul, branco, rosa, vermelho. Quais os verdadeiros significados?

Segundo a cromoterapia ou seja, o estudo das cores. Estes são os significados das seguintes cores.

Amarelo: cor que dá as boas-vindas com sorte e prosperidade ao bebê;

Branco: cor neutra que representa a paz e a pureza;

Azul: cor fria para transparecer a tranquilidade de um recém-nascido;

Rosa: cor do amor e da felicidade que representa o momento do nascimento;

Vermelho: cor que protege, simboliza a felicidade e afasta todo o olho gordo e o mau olhado;

Verde: cor que representa a serenidade desejada a um bebê;

Lilás: cor da feminilidade;


Veja as cores escolhidas por algumas famosas na hora de levar os rebentos para casa.
Angélica

Fernanda Lima 

Ivete Sangalo 
Kate Middleton

Ticiane Pinheiro
Adriane Galisteu
Grazi Massafera 
Tais Araujo

Alienação Parental, Poupem os filhos deste trauma!!!

O que é a Alienação Parental?

Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner  em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.

Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro.

O Genitor Alienante 

Exclui o outro genitor da vida dos filhos,
Não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos (escola, médico, comemorações, etc.).
Toma decisões importantes sobre a vida dos filhos, sem prévia consulta ao outro cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola, de pediatra, etc.).
Transmite seu desagrado diante da manifestação de contentamento externada pela criança em estar com o outro genitor.
Interfere nas visitas.
Controla excessivamente os horários de visita.
Organiza diversas atividades para o dia de visitas, de modo a torná-las desinteressantes ou mesmo inibí-la.
Não permite que a criança esteja com o genitor alienado em ocasiões outras que não aquelas prévia e expressamente estipuladas.
Ataca a relação entre filho e o outro genitor.
Recorda à criança, com insistência, motivos ou fatos ocorridos que levem ao estranhamento com o outro genitor.
Obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido no conflito.
Transforma a criança em espiã da vida do ex-cônjuge.
Quebra, esconde ou cuida mal dos presentes que o genitor alienado dá ao filho.
Sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa.
Denigre a imagem do outro genitor.
Faz comentários desairosos sobre presentes ou roupas compradas pelo outro genitor ou mesmo sobre o gênero do lazer que ele oferece ao filho.
Critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge.
Emite falsas acusações de abuso sexual, uso de drogas e álcool.


A Criança Alienada:

Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.

Se recusa a dar atenção, visitar, ou se comunicar com o outro genitor.

Guarda sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são inconsequentes, exageradas ou inverossímeis com a realidade.

Crianças Vítimas de SAP são mais propensas a:

Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico.

Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação.

Cometer suicídio.

Apresentar baixa auto-estima.

Não conseguir uma relação estável, quando adultas.

Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado.


Como parar a Alienação Parental?

Busque e Divulgue Informações

A síndrome da alienação parental é um tema bastante discutido internacionalmente e, atualmente, no Brasil também é possível encontrar vários sites sobre o assunto [Sites Sobre SAP], bem como livros [Livros] e textos [Textos sobre SAP].

Tenha Atitude

Como pai/mãe
Busque compreender seu filho e proteja-o de discussões ou situações tensas com o outro genitor.

Busque auxílio psicológico e jurídico para tratar o problema. Não espere que uma situação de SAP desapareça sozinha.

Lembre-se

A informação sobre a SAP é muito importante para garantir às crianças e adolescentes o direito ao desenvolvimento saudável, ao convívio familiar e a participação de ambos os genitores em sua vida.

A Alienação Parental não é um problema somente dos genitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz conseqüências nefastas para as gerações futuras.

Pai e Mãe, os filhos precisam de ambos!

Estatísticas sobre a Síndrome da Alienação Parental

80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental.

Estima-se que mais de 20 milhões de crianças sofram este tipo de violência


Referências
Dados da organização SplitnTwo [www.splitntwo.org].

Parto normal após cesária é possível sim!!! E é seguro!!!

Passar por um parto normal após ter feito uma cesárea é possível e, mais do que isso, as chances de sucesso são altamente favoráveis. É o que revela um estudo feito por duas universidades britânicas e publicado recentemente no BJOG: An International Journal of Obstetrics and Gynaecology.
A pesquisa reuniu quase 144 mil mulheres que tiveram a primeira cesariana entre 2004 e 2011. Pouco mais da metade (52%) tentou parto vaginal para o segundo filho e, dessas, 63% foram bem-sucedidas.

O estudo também apontou que mulheres com 24 anos ou menos tiveram taxa de sucesso maior no parto normal (69%) do que mulheres com 34 anos ou mais (59%).

De acordo com Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio Libanês (SP), a princípio não há contraindicação para o parto normal quando a mulher passou por apenas uma cesariana. A restrição existe quando se trata de duas ou mais cirurgias desse tipo.

Ele explica que a região da cicatriz deixada no útero não tem a mesma resistência do tecido íntegro, tornando-se um ponto de fragilidade. “A partir de duas cesáreas, ou seja, dois cortes no útero, o risco de acontecer uma ruptura da cicatriz durante o parto aumenta significativamente, o que pode levar a situações extremamente graves para a mãe e para o bebê”, diz o obstetra.

Também por conta disso, a opção pelo parto vaginal para o segundo filho será determinante para aumentar as chances de um terceiro ou quarto partos normais. “Quando a mulher opta pela segunda cesárea, ela está definindo seu futuro reprodutivo: daí para a frente, serão só cesáreas”, avisa Nogueira.

Cuidado extra

Embora o parto vaginal após a cesárea seja possível na maioria das vezes, algumas precauções devem ser tomadas. Recomenda-se aguardar pelo menos dois anos entre a cesárea e o parto normal, para garantir que a cicatriz tenha resistência suficiente para que tudo corra em segurança. O motivo que levou à primeira cesariana também deve ser considerado e foi apontado no estudo britânico como fator determinante para o sucesso do parto normal.

Segundo Nogueira, é preciso estudar cuidadosamente o histórico do parto anterior e avaliar em que condições a cesárea foi realizada. Ele explica que cirurgias feitas em situação de emergência ou com quadro de hemorragia impedem que se faça um fechamento tranquilo da parede do útero, o que pode comprometer a qualidade da sutura e agravar as chances de rompimento da cicatriz.

Já durante o trabalho de parto, é importante acompanhar a eficácia das contrações. O obstetra explica que a cicatriz da cesárea altera a forma como as contrações uterinas acontecem e pode torná-las ineficazes para empurrar o bebê para fora. Em alguns casos, pode ser necessário ministrar uma dose de ocitocina, substância que ajuda a melhorar a qualidade das contrações.

O médico alerta, porém, que o parto normal em mulheres que já passaram por cesárea nunca pode ser induzido. Ou seja, a ocitocina pode ser usada quando a mulher já está em trabalho de parto, mas nunca com a função de iniciá-lo.

A evolução do trabalho de parto também precisa ser acompanhada com rigor extra. Alexandre Nogueira explica que, quando o bebê é muito grande em relação à bacia da mãe, as contrações uterinas se tornam mais críticas e podem forçar a abertura da cicatriz. “Por isso, temos que zelar muito mais pela relação entre o bebê e a bacia -- quanto maior o bebê, maior o chance de ele forçar a cicatriz”, diz o obstetra. A depender do diagnóstico, pode ser necessário recorrer a uma nova cesárea.

Após o parto, o médico recomenda verificar a integridade da parede uterina por meio do exame de toque, para checar se realmente não houve ruptura.

Qualquer que seja o seu caso, o mais importante é fazer uma avaliação junto ao seu médico e levando em consideração o seu histórico, para tomar sempre a melhor decisão para você e para seu bebê.

Fonte de pesquisa: http://revistacrescer.globo.com/