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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Azia na gestação, o que fazer?



A azia na gravidez é normal porque nesta fase a digestão fica mais lenta, devido ao aumento da PROGESTERONA na corrente sanguínea e também ao acúmulo de gases no estômago, facilitando o refluxo do bolo alimentar, cheio de ácido, para a garganta.

Os principais sintomas da azia na gravidez são a queimação no esôfago e na garganta e aquela sensação de má digestão. Para evitar este desconforto, recomenda-se seguir algumas mudanças simples na alimentação, como evitar comer alimentos gordurosos, ácidos, fritos, muito condimentados e bebidas alcoólicas ou qualquer outro líquido durante a refeição,comendo sempre em pequenas porções de cada vez.

Como evitar azia na gravidez

Como forma ideal de tratamento para azia na gravidez, recomenda-se:

Evitar alimentos como molho de tomate, mostarda, maionese, côco, granola, nozes, café, chocolate, refrigerante, cerveja, vinho e sucos industrializados;
Evitar todos os sucos de frutas pois contém água e açúcar que tendem a piorar a azia;
Consumir regularmente frutas como pera, maçã, manga, pêssego bem maduro, mamão, banana e uvas;
Mastigar bem todos os alimentos, para facilitar a digestão;
Não deitar-se logo após comer;
Não usar roupas apertada na barriga e no estômago;
Comer pequenas porções de cada vez;
Colocar um calço de 10 cm na cabeceira da cama;
Não fumar e evitar a exposição ao cigarro;
Só beber água ou outros líquidos entre as refeições;
Se na hora da refeição a grávida já estiver com azia, optar por comer legumes e frutas cozidas é o mais indicado.

Remédio para azia na gravidez

Se a azia for constante ou muito forte e não aliviar com cuidados acima citados, o médico poderá indicar um remédio à base de magnésio ou de cálcio, como as pastilhas de Magnésia Bisurada ou leite de magnésia, por exemplo. Mas, qualquer medicamento só deve ser tomado sob orientação médica, pois pode ser prejudicial para o desenvolvimento do bebê.

O que tomar para a azia na gravidez

Tomar uma colher de Milanta plus também é uma das opções para acabar com a azia na gravidez, mas este, como qualquer outro medicamento, deve ser receitado pelo obstetra.

Nesta fase, optar por remédios caseiros é sempre a melhor solução, uma boa dica é descascar um pedacinho de batata e comer crua mesmo.
Outro ótimo remédio caseiro para azia na gravidez é comer 1 maçã sem casca, no momento da azia e da queimação, pois ela irá empurrar o conteúdo ácido do esôfago para o estômago, diminuindo a sensação de azia.

Outra d
ica para começar bem o dia e evitar a azia, é  tomar no café manhã, 1 copo de iogurte natural adoçado com 1 colher de mel, e comer 1 torrada integral ou tomar uma vitamina de mamão com iogurte natural e comer 2 biscoitos cream cracker, por exemplo.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

O bebê nasceu e agora? Quais as vacinas ele deve tomar? Tantas siglas e números dão um nó na cabeça dos pais.

Especialistas explicam quais vacinas o bebê precisa tomar nos primeiros meses de vida e quais cuidados extras os prematuros exigem.

O calendário de vacinas do bebê, com suas inúmeras datas, siglas e termos científicos, dá um nó na cabeça de muitos pais. Calma, vocês vão entendendo aos poucos. Mas é importante já deixar algumas na cabeça desde o começo: são as vacinas dadas aos bebês recém-nascidos. A seguir, explicamos quais são elas, quando devem ser administradas e como lidar quando o bebê é prematuro.

Imediatas
Logo ao nascer, o bebê precisa tomar a vacina contra a Hepatite B. Segundo o Dr. Renato Kfouri, pediatra e Presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), um dos motivos para sua importância é que ela previne que a doença seja contraída a partir da mãe, que pode nem saber do seu diagnóstico. “O ideal é que ela seja administrada ainda no berçário, nas primeiras 12 horas de vida” explica ele. Essa será a primeira de três doses (em alguns casos, podem ser quatro, como explicaremos abaixo).
A outra vacina dos primeiros dias de vida é a BCG (aquela que deixa a marquinha no braço), de dose única. Ela protege contra as formas mais graves de tuberculose e deve ser aplicada, preferencialmente, ainda na maternidade. Mas atenção: não se recomenda que bebês nascidos com menos de 2kg a recebam até atingirem esse peso mínimo.

Aos 2 meses
Quando completa 2 meses, o bebê precisa receber uma série de novas vacinas. Uma delas é a segunda dose da Hepatite B (que também pode ser tomada no primeiro mês, dependendo do calendário que os pais estejam seguindo). Além disso, outras doenças são prevenidas nessa fase. “Aos 2 meses de idade, o bebê recebe vacinas que protegem contra doenças como poliomielite, difteria, coqueluche, tétano e meningite” explica o pediatra Alfredo Elias Gilio, coordenador de Centro de Imunização do Hospital Israelita Albert Einstein. “Recebe também a proteção contra o rotavirus e o pneumococo”.

O calendário e as opções de vacina podem variar entre o sistema público e o privado. Caso os pais optem por vacinar o bebê em laboratórios particulares, é necessário consultar o pediatra para entender as datas exatas e modalidades de vacinas, pois muitas têm combinações diferentes e protegem contra mais vírus ou bactérias. As vacinas dessa fase disponibilizadas pelo sistema público são a pentavalente brasileira, pólio inativada, pneumocócica conjugada e rotavírus monovalente. Veja as especificações de cada uma delas abaixo:

Pentavalente brasileira: Primeira de três doses (esquema de meses 2-4-6). Previne difteria, tétano e coqueluche, além de proteger contra a bactéria Haemophilus influenzae B, que provoca infecções como meningite e pneumonia. Também abrange a segunda dose contra a hepatite B.

Pólio inativada: Primeira de três doses (esquema de meses 2-4-6, sendo que a terceira é a pólio atenuada e há, ainda, um reforço aos 15 meses). Protege contra a poliomielite, ou paralisia infantil.

Pneumocócica conjugada: Primeira de três doses (esquema 2-4-6, mais reforço aos 12 meses). A Pneumocócica 10-valente (conjugada) protege contra 10 tipos da bactéria pneumococo, responsável por alguns tipos de pneumonia, otite e outras doenças.

Rotavírus: Primeira de duas doses (esquema 2-4). Protege contra infecções provocadas pelo rotavírus.

Para ver o calendário de vacinação infantil completo, acesse o calendário da Sociedade Brasileira de Pediatria. http://www.sbp.com.br/

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A influência do pai na personalidade do filho!

Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.

Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.


“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.


E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.


O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.

A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.

É culpa do pai, ou é culpa da mãe?

Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube educar.

Como o amor de mãe muda o cérebro do filho

Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai  na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.
Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.

Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.


E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem resolvidos com amor de pai. E quer coisa mais gostosa?